30/11/2011
No dia 28 de novembro de 2011, a Câmara Técnica de Assuntos Legais e Institucionais – CTIL do Conselho Nacional de Recursos Hídricos - CNRH aprovou a delegação de competência à Associação Multissetorial de Usuários de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Araguari – ABHA para desempenhar, como Entidade Delegatária, as funções inerentes à Agência de Água da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba, até 31 de dezembro de 2013. O pleito ainda será levado para deliberação na reunião do CNRH que ocorrerá nos dias 14 e 15 de dezembro.
09/09/2011
O ano de 2011 foi escolhido pela Organização das Nações Unidas - ONU como o Ano Internacional da Química - AIQ 2011, com o objetivo de celebrar as grandes descobertas e os últimos avanços científicos e tecnológicos da química. A coordenação das atividades mundiais está sob a responsabilidade da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura - UNESCO e da União Internacional de Química Pura e Aplicada - IUPAC.
Uma das atividades organizadas é o Experimento Global “pH do Planeta”, que será realizado em todo o mundo durante 2011. No Brasil, as atividades são coordenadas pelas entidades da química brasileira e apoiadas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - MCTI, pelo Ministério da Educação - MEC e outros órgãos de governo, por universidades e instituições de pesquisa, por várias Fundações de Apoio à Pesquisa e secretarias estaduais e municipais de educação e de ciência e tecnologia.
A atividade consiste em distribuir kits do experimento para que alunos coletem, auxiliados pelo professor, uma amostra de água proveniente de uma fonte natural local. Eles irão medir o pH da amostra com a utilização de soluções indicadoras coloridas. Os valores médios provenientes dos resultados da turma deverão ser lançados no Banco de Dados Nacional do Experimento Global, juntamente com informações sobre a amostra e a escola participante.
O MCTI e a Sociedade Brasileira de Química estão distribuindo para todo o país 30.000 kits do experimento, preferencialmente para as escolas públicas. Os kits estão sendo enviados para todos os estados por intermédio das secretarias de ciência e tecnologia e das coordenações estaduais da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.
Conheça o experimento e o divulgue para o maior número possível de escolas e municípios.
Para mais informações:
Folder “pH do Planeta”
Mensagem do MCTI
Site do Experimento “pH do Planeta”: http://qnint.sbq.org.br/agua/
Site da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia: http://semanact.mct.gov.br

24/08/2011
A SEMAD - Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e o IGAM - Instituto Mineiro de Gestão das Águas, divulgaram no último dia 13 de agosto o edital 2011 do Fhidro - Fundo de Recuperação, Proteção e Desenvolvimento Sustentável das Bacias Hidrográficas do Estado de Minas Gerais. Os recursos para o Fhidro 2011 são da ordem de R$ 36 milhões e serão divididos segundo as regras do edital, que este ano possui novidades. O prazo para protocolo dos projetos vai de 15 de agosto a 15 de novembro de 2011. Leia Mais.
19/08/2011
Fonte: Globo Rural
Um rápido passeio pelo Rio Paranaíba, em Itumbiara, sul de Goiás, mostra alguns desafios que o Comitê da Bacia Hidrográfica terá pela frente. “O que mais chama atenção é a falta de cobertura vegetal nas margens do rio. É preocupante porque a mata ciliar contribui bastante com a fauna local e na preservação dos recursos hídricos”, explica Rafael Tozzi, coordenador executivo do Comitê.
O Rio Paranaíba percorre 1160 quilômetros desde a nascente em Minas Gerais até encontrar o Rio Grande para formar o Paraná. O trajeto passa também por Goiás e Mato Grosso do Sul. A população na área da Bacia chega a 8,5 milhões de habitantes.
Para discutir a preservação de todo o manancial e garantir o desenvolvimento sustentável, o Comitê da Bacia Hidrográfica está promovendo uma série de audiências públicas.
Em Itumbiara, o gerente de recursos hídricos da Agência Nacional de Águas, José Luís Zoby, falou sobre o assunto. Confira a entrevista no vídeo com a reportagem completa.
08/08/2011
Recursos hídricos é tema de debate em Cristalina
Foi realizada em Cristalina nesta manhã (9) a segunda reunião pública, da primeira etapa, do CBH-Paranaíba (Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba). Com a participação de autoridades municipais, estaduais e estudiosos de recursos hídricos o debate sobre os desafios do bom uso da água foi pauta do evento. Estavam presentes também alunos da rede pública de ensino, além da comunidade Cristalinense que encheram o auditório da Câmara Municipal.
Rafael Tozzi, engenheiro e coordenador executivo da Cobrape, abriu a reunião com uma ampla explanação sobre a Bacia do Paranaíba. Foi lembrado o quanto esta Bacia contribui para o desenvolvimento agrícola do Estado, devido a grande quantidade de rios, só em Cristalina são 252, o que propicia as áreas de irrigação que tem crescimento continuo na região desde a década de 70.
A concentração do PIB da Bacia está no campo de serviços, seguido do setor industrial. Pelo PAC 2, programa do governo federal, apenas 5% (50 milhões) estão destinados para a área de recursos hídricos, com maior direcionamento para o saneamento.
Augusto de Araújo, Superintendente de Recursos Hídricos na Semarh (Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos) do Estado de Goiás, falou sobre os conflitos gerados pela falta de água no planeta e da necessidade de se criar mecanismo para preservar a Bacia do Paranaíba, uma vez que essa riqueza hídrica é responsável pela principal geração de renda da região, a agricultura. Ele falou da necessidade de se criar políticas de irrigação visto que a água interfere diretamente na produção de alimentos.
Diante da necessidade de preservação da Bacia, o CBH-Paranaíba busca criar em Goiás um Plano de Recursos Hídricos, visto que é o único estado abrangido pela Bacia que ainda não tem um plano desenvolvido. O Governo do Povo tem grande interesse nesse projeto, uma vez que Cristalina depende da Bacia para desenvolvimento agrícola e turístico.
08/08/2011
Diagnóstico é parte do Plano de Recursos Hídricos da bacia que abastece Brasília
Henrique Bolgue - Da Secretaria de Comunicação da UnB
A Bacia do Rio Paranaíba, que abastece Brasília e grande parte do estado de Goiás, já sofre com a falta de água em algumas regiões. O aumento populacional, combinado com a grande expansão da agricultura e a falta de tratamento de esgoto (que se restringe a 45% dos municípios) apontam para um futuro difícil. Além de um cenário que aponta no longo prazo diminuição nas chuvas e cada vez mais seca na região. Em algumas áreas próximas à Brasília, como Luziânia e a região do rio São Marcos, já ocorrem conflitos por água, uma disputa entre irrigação, geração de energia e abastecimento.
O diagnóstico já conhecido, mas ainda assim preocupante, é a primeira parte do Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba, elaborado pela Agência Nacional de Águas em parceria com a Companhia Brasileira de Projetos e Empreendimentos (Cobrape). A bacia é formada pelos afluentes do Rio Paranaíba, que divide o estados de Goiás e Minas Gerais. Os afluentes desse rio chegam ao Distrito Federal e ao extremo leste do Mato Grosso do Sul. Cidades importantes e de grande crescimento econômico e populacional como Brasília, Goiânia e Uberlândia fazem parte da bacia, uma região com 222 mil km², 198 municípios e 9 milhões de pessoas.
Esse primeiro passo do plano foi apresentado em uma reunião pública, nesta manhã, no Auditório Dois Candangos, com a presença de professores, pesquisadores e técnicos do governo federal. A apresentação estará disponível no site do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba (CBH-Paranaíba). Depois dessa primeira etapa, serão feitos prognósticos visando delinear cenários futuros e, na etapa final, a elaboração das metas e propostas que serão colocadas em prática pelo comitê. Como ele não tem plenos poderes para implementar ações, o relatório final também trará demandas de articulações políticas entre estados e municípios, que são os verdadeiros responsáveis pela implementação dos planos.
MEDIDAS - Entre algumas medidas apontadas para melhorar a gestão da bacia estão a criação de mais áreas de conservação ambiental e elevação da cobrança pelo no uso da água destinada à agricultura, principalmente nas crescentes plantações de cana-de-açúcar que começam a dominar a região centro-sul do estado de Goiás no lugar da pecuária. Essa cultura agrícola consome grandes quantidades de água e foi apontada como um dos maiores desafios de abastecimento da região. Os planos hídricos e de ocupação agrícola e urbana também precisam estar mais interligados, para que a gestão tenha um melhor monitoramento da bacia.
Serão nove reuniões públicas na região abastecida pela bacia do Paranaíba. Depois de Brasília, cidades dos estados de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul receberão os debates. A próxima será amanhã, às 9h, na Câmara Municipal de Cristalina, município de Goiás, o único estado da bacia que até hoje não tem nenhum plano de recursos hídricos.
Rodolfo Ramina, consultor da Cobrape, aponta o plano como um passo inicial. “Ele mostra quais são as dinâmicas da região e consegue nos dar um rumo para chegar ao objetivo, que é o de melhorar a gestão da bacia”, diz. Para Rodolfo, o principal desafio na implantação do plano é a desarticulação institucional entre os diversos atores que cuidam das bacias. “Outro problema é o financiamento limitado e questões políticas e sociais que emperram as discussões”.
O professor Paulo Salles, do Instituto de Biologia, faz parte do Comitê da Bacia do Paranaíba. Ele explica que o plano é uma exigência da lei das águas (9433/1997). Ela estabelece a obrigatoriedade de todas as bacias terem um plano e que isso seja feito de maneira participativa, descentralizada e com garantia dos usos múltiplos para a água. Para ele, os problemas mais focalizados, como a falta de água em Brasília, podem se beneficiar dessa visão macroscópica da bacia. “O plano dá linhas gerais de ação para todo o espaço, que podem orientar políticas mais localizadas”, diz.
01/08/2011
A Agência Nacional de Águas (ANA) e o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba (CBH Paranaíba) convidam para a consulta pública sobre o Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba. A consulta será dividida em nove reuniões públicas, com participação do poder público, dos usuários de recursos hídricos e das comunidades, tendo o início previsto para o dia 8 de agosto, em Brasília, e término para 19 de agosto, em Goiânia (GO).
As reuniões têm o objetivo de apresentar informações sobre o diagnóstico realizado pela Companhia Brasileira de Projetos e Empreendimentos (Cobrape), selecionada para esta finalidade, e coletar opiniões e sugestões para o melhor gerenciamento das questões referentes ao Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba.
A consulta será realizada por meio de nove reuniões, sempre das 9h às 12h, em datas e cidades distintas, localizadas em áreas centrais em relação às microrregiões, garantindo a cobertura da totalidade da bacia hidrográfica:
8 de agosto de 2011: Brasília (DF)
9 de agosto de 2011: Cristalina (GO)
10 de agosto de 2011: Monte Carmelo (MG)
11 de agosto de 2011: Ituiutaba (MG)
12 de agosto de 2011: Uberlândia (MG)
16 de agosto de 2011: Paranaíba (MS)
17 de agosto de 2011: Rio Verde (GO)
18 de agosto de 2011: Itumbiara (GO)
19 de agosto de 2011: Goiânia (GO)
Mais informações em http://www.paranaiba.cbh.gov.br/
Carol Braz, Ascom/ANA
05/07/2011
TERCEIRO CURSO DE CAPACITAÇÃO E DIFUSÃO TECNOLÓGICA PARA TÉCNICOS DE NÍVEL SUPERIOR E DEMAIS INTERESSADOS QUE ATUAM NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARANAÍBA
Curso oferecido pela Universidade de Brasília e instituições colaboradoras, com financiamento do CNPq/ CT-HIDRO/ ANA, processo 403339/2008-1.
SEGUNDA CHAMADA PARA INSCRIÇÃO NO CURSO III
A inscrição no Curso III significa inscrição nas disciplinas 7, 8 e 9.
Não é preciso ter feito os Cursos I e II para se inscrever no curso III.
A Universidade de Brasília (UnB), com apoio do Centro de Seleção e Promoção de Eventos da UnB (CESPE), do Instituto Brasileiro de Estudos e Ações em Saneamento Ambiental e Gestão Recursos Hídricos (IBEASA) e da OSCIP Interaguas, oferece, no âmbito do Projeto “Cursos de capacitação e difusão tecnológica para técnicos de nível superior e demais interessados que atuam na bacia hidrográfica do Rio Paranaíba”, o terceiro curso de 60h, constituído das disciplinas 7, realizada na modalidade a distância, 8 e 9, realizadas com encontros presenciais, todas com 20h de duração.
TEMAS CENTRAIS:
Gestão de recursos hídricos e gestão ambiental. Os múltiplos usos da água.
Disciplina 7, a distância: de 7 a 31 de julho de 2011.
Disciplina 8, Goiânia (GO): de 25 a 27 de agosto. / Disciplina 9, em Brasília (DF): de 22 a 24 de setembro.
INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO III:
O terceiro Curso (Disciplinas 7, 8 e 9) foi desenhado para promover oportunidades de reflexão e discussão sobre a relação entre a gestão de recursos hídricos e a gestão ambiental, a partir da experiência concreta de representantes de outros organismos de bacia do país, dos órgãos gestores das unidades da federação GO, MG e DF. A interação entre diferentes atores durante o Curso permitirá o fortalecimento de uma rede de intercâmbio de informações a respeito da bacia hidrográfica do Paranaíba.
PÚBLICO A QUE SE DESTINA O CURSO III:
• membros do CBH-Paranaíba e de outros comitês,
• funcionários de prefeituras municipais e de órgãos gestores estaduais cujas competências se relacionam com a gestão dos recursos hídricos, e
• organizações da sociedade civil, atuantes na área de recursos hídricos.
PRINCIPAIS OBJETIVOS:
• Capacitar profissionais de diversas áreas e demais interessados para
atuar junto ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba, a órgãos municipais e estaduais cujas competências se relacionam com a gestão dos recursos hídricos e a organizações da sociedade civil envolvidas na gestão dos recursos hídricos na área da bacia do Rio Paranaíba.
• Promover a difusão de tecnologias adequadas para o gerenciamento
sustentável de recursos hídricos entre atores diversos que atuam na bacia do rio Paranaíba.
• Contribuir para a formação da Rede Nacional de Formação de
Capacidades e Extensão Tecnológica para Gestão da Água, a partir da organização da equipe técnica que participará deste projeto e da articulação desta com outras redes já existentes.
AO FINAL DOS CURSOS DE CAPACITAÇÃO, OS PARTICIPANTES DEVERÃO:
• compreender a natureza multidisciplinar do processo de gestão de recursos hídricos;
• conhecer os diferentes fundamentos, objetivos, diretrizes e instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos;
• compreender o processo atual de gestão dos recursos hídricos na região, no Brasil e no mundo;
• conhecer tecnologias adequadas para a gestão sustentável dos recursos hídricos;
• incorporar práticas para a gestão e/ou manejo sustentável da água;
• exercer seu trabalho de forma mais eficaz e eficiente, melhorando, conseqüentemente, o desempenho de sua instituição.
REQUISITOS MÍNIMOS PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO III:
Tempo de estudo de 8 horas semanais para a disciplina a distância e disponibilidade para viajar para Goiânia e Brasília, nas datas previstas (a serem confirmadas até o início do Curso III) onde serão realizadas as atividades presenciais, por 3 dias (os custos de viagem e hospedagem não são cobertos pelo projeto). INFORMAÇÕES SOBRE A DISCIPLINA 7 (a distância): Sobre a metodologia, as atividades on-line em plataforma Moodle estimulam a navegação e o compartilhamento de reflexões com colegas. A partir do material didático, o participante é assistido por tutores que guiam seu processo de aprendizado por meio de leituras, vídeos, exercícios, elaboração de artigos acadêmicos e participação em ferramentas de discussão. Cada participante deve dedicar cerca de 8 h/semana ao curso. Os participantes deverão fazer suas atividades dentro de prazos estabelecidos pela coordenação.
REQUISITOS MÍNIMOS PARA PARTICIPAÇÃO NA DISCIPLINA 7:
• Configuração mínima de equipamento para participação na disciplina:
PC pentium 160 MHz -64 Mb RAM - Kit Multimídia (placa de som e CD-ROM).
• Sistema operacional Windows 98, 2000, XP ou Vista, com Internet Explorer 6 ou acima.
• Dispor de acesso regular à Internet, possuir endereço de correio eletrônico (e-mail).
• Ter conhecimento/experiência no uso da internet, correio eletrônico e informática básica (Word, Excel e powerpoint, ou similares).
INFORMAÇÕES SOBRE AS DISCIPLINAS 5 e 6 (presenciais):
Os encontros presenciais combinam conhecimentos teóricos e principalmente discussões sobre a prática de conciliar os múltiplos usos dos recursos hídricos em uma gestão integrada. Aspectos ambientais da gestão também serão incorporados aos debates.
PROCESSO AVALIATIVO E CERTIFICAÇÃO:
O processo avaliativo começará com a avaliação da disciplina 7, por meio de exercícios, trabalhos escritos e prova de conhecimentos no primeiro encontro presencial. Os encontros presenciais terão, além das aulas expositivas, várias atividades em grupo, debates e apresentações de trabalhos, elaborados sob a supervisão dos professores. A certificação do participante está condicionada às notas recebidas nas atividades realizadas, além do registro de presença em, no mínimo, 75% da carga horária das atividades presenciais.
CORPO DOCENTE:
• Coordenador do Projeto: Prof. Dr. Paulo Salles, UnB
• Coordenadora da Disciplina 7: Maria do Carmo Zinato
• Coordenadores das Disciplinas 8 e 9: Maria Angélica Valério e Fernando Rodriguez
• Participações no Curso III: representantes de comitês de bacia hidrográfica brasileiros, professores universitários que atuam junto a comitês de bacia, especialistas de órgãos gestores das unidades da federação que compõem a bacia hidrográfica do Paranaíba.
INSCRIÇÕES DE 27 DE JUNHO A 7 DE JULHO
Matrícula: Envie um e-mail para cursos.paranaiba@gmail.com com as seguintes informações: Nome, endereço para correspondência, telefones, Instituição a que pertence e cv resumido.
Vagas: Para o curso a distância serão aceitos todos os interessados em aumentar seus conhecimentos a respeito da relação entre gestão de recursos hídricos e sua relação com a gestão ambiental. Os participantes que cumprirem toda a pontuação necessária, poderão participar, se desejarem, das disciplinas presenciais 8 e 9.
Custos: Os custos são cobertos pelo projeto aprovado pelo CT-HIDRO, exceto custos de viagem e hospedagem de alunos nas cidades onde se realizam as disciplinas presenciais.
Período da disciplina 7 a distância: Plantaforma do CESPE-UnB: de 07 a 31 de julho.
Período das disciplinas presenciais: Disciplina 8, Goiânia (GO): de 25 a 27 de agosto.
Disciplina 9, em Brasília (DF): de 22 a 24 de setembro.
Contatos: cursos.paranaiba@gmail.com
Atenção: Não é preciso ter feito o Curso I ou II para se inscrever no Curso III. Ao inscrever-se no Curso III, você está se inscrevendo nas disciplinas 7, 8, e 9.
30/06/2011
Novo comando foi escolhido por consenso
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Meia Ponte elegeu sua nova Diretoria Executiva nesta quinta-feira, 30 de junho. Uma chapa de consenso levou o representante da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Igor Montenegro, à Presidência do Comitê. Representante da Associação Brasileira de Recursos Hídricos (ABRH), Marcos Correntino assumiu a Vice-Presidência, e o prefeito de Teresópolis de Goiás e representante do Consórcio Intermunicipal da APA do João Leite, Uilton Pereira, é o novo secretário executivo do Comitê.
Para Igor Montenegro, a presença maciça dos integrantes do Comitê mostra o interesse de todas as entidades representantes em desenvolver ações de preservação da Bacia Hidrográfica. Para ele, outros fatores também contribuem para um crescimento qualitativo das atividades do Comitê: “O Ministério Público declarou que quer se aproximar de nós e pela primeira vez vemos uma entidade civil assumir a Presidência deste grupo, uma demonstração clara de que o Poder Público não quer concentrar o controle das políticas públicas para os recursos hídricos em Goiás”, comemora.
Para o prefeito de Teresópolis, a vontade de criar a aplicar políticas públicas para a água é grande. “Esperávamos por um chamamento de participação de todos os setores sociais envolvidos na questão das águas. Este foi um pontapé importante para definirmos qual o futuro que queremos para toda a região banhada pelo Rio Meia Ponte”, declarou. Conforme Uilton, o primeiro passo a ser tomado agora é articular a criação das câmaras temáticas para depois construir um projeto macro que contemple a bacia em sua totalidade. “Criadas as câmaras, vamos colocar nosso comitê no nível de outros bem mais desenvolvidos Brasil afora”, conclui.
Superintendente da Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Goiás, Augusto de Araújo Almeida, a chapa de consenso formada após a desistência de uma das duas chapas que se apresentaram inicialmente. Para ele, a prevalência do consenso mostra maturidade do grupo. “Nossos companheiros estão interessados em preservar os recursos hídricos de nosso estado, isso é o que importa”, resusme.
A Bacia
A Bacia Hidrográfica do Rio Meia Ponte está situada na região centro-sul de Goiás. A Bacia ocupa 3,6% da área do Estado e engloba 38 municípios e 48% da população goiana. Suas nascentes estão localizadas no município de Itauçu, e deságua no rio Paranaíba, no município de Cachoeira Dourada. Ao longo dos anos, o Rio Meia Ponte tem sofrido sérios problemas de desmatamento em decorrência da implantação de atividades agropecuárias. Pouco restou da vegetação nativa, importante fator para a preservação da fauna e da flora da região.
Informações: Brenno Sarques
Fonte: Agência Ambiental
28/06/2011
Posse será dia 30 de junho, no auditório da Semarh
EDITAL Nº 001/2011
DIVULGAÇÃO DO RESULTADO FINAL DAS PLENÁRIAS SETORIAIS PARA ELEIÇÃO DOS MEMBROS, TITULARES E SUPLENTES, DO PLENÁRIO DO COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MEIA PONTE.
A Diretoria do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Meia Ponte - COBAMP, de acordo com a Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de 1997, a Lei Estadual nº. 13.127, de 16 de julho de 1997, a Resolução nº 5, de 10 de abril de 2000, do Conselho Nacional de Recursos Hídricos, as Resoluções nº. 03, de 03 de abril de 2001, e nº. 04, de 04 de outubro de 2001, do Conselho Estadual de Recursos Hídricos de Goiás, e o Decreto Estadual nº. 5.580, de 09 de abril de 2002, no uso de suas atribuições, INFORMA o resultado final das Plenárias Setoriais onde foram eleitos os representantes, titulares e suplentes, do Plenário do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Meia Ponte - COBAMP, conforme tabela 1, e CONVOCA a todos para a reunião de posse e eleição da nova Diretoria do Comitê, a ser realizada no dia 30/06/2011, às 14 horas, no Auditório da SEMARH, sito à 11ª Avenida, nº 1.272, Setor Leste Universitário.
Tabela 1: Relação das instituições eleitas:
PODER PÚBLICO - PODER PÚBLICO MUNICIPAL
1ª Vaga - Titular APARECIDA DE GOIÂNIA
1ª Vaga - Suplente GOIÂNIA
2ª Vaga - Titular BELA VISTA DE GOIÁS
2ª Vaga - Suplente AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
3ª Vaga - Titular CALDAZINHA
3ª Vaga - Suplente AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
4ª Vaga - Titular CONSORCIO INTERMUNICIPAL DA APA DO RIO JOÃO LEITE
4ª Vaga - Suplente AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
5ª Vaga - Titular ITUMBIARA
5ª Vaga - Suplente AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
6ª Vaga - Titular NERÓPOLIS
6ª Vaga - Suplente AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
7ª Vaga - Titular NOVA VENEZA
7ª Vaga - Suplente BRAZABRANTES
8ª Vaga - Titular SENADOR CANEDO
8ª Vaga - Suplente AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
9ª Vaga - Titular TEREZÓPOLIS
9ª Vaga - Suplente AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
USUÁRIOS - IRRIGAÇÃO E USO AGROPECUÁRIO
1ª Vaga - Titular FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DE GOIÁS - FAEG
1ª Vaga - Suplente FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DE GOIÁS - FAEG
2ª Vaga - Titular FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DE GOIÁS - FAEG
2ª Vaga - Suplente FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DE GOIÁS - FAEG
3ª Vaga - Titular AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
3ª Vaga - Suplente AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
4ª Vaga - Titular SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE ITAUÇU
4ª Vaga - Suplente SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE ITAUÇU
USUÁRIOS - ABASTECIMENTO PÚBLICO
1ª Vaga - Titular SANEAMENTO DE GOIÁS S/A - SANEAGO
1ª Vaga - Suplente SANEAMENTO DE GOIÁS S/A - SANEAGO
2ª Vaga - Titular SANEAMENTO DE GOIÁS S/A - SANEAGO
2ª Vaga - Suplente SANEAMENTO DE GOIÁS S/A - SANEAGO
3ª Vaga - Titular SANEAMENTO DE GOIÁS S/A - SANEAGO
3ª Vaga - Suplente SANEAMENTO DE GOIÁS S/A - SANEAGO
4ª Vaga - Titular SANEAMENTO DE GOIÁS S/A - SANEAGO
4ª Vaga - Suplente SANEAMENTO DE GOIÁS S/A - SANEAGO
USUÁRIOS - PESCA, TURISMO, LAZER E OUTROS USOS NÃO CONSUNTIVOS
1ª Vaga - Titular ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DO ESTADO DE GOIÁS - ACIEG
1ª Vaga - Suplente ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DO ESTADO DE GOIÁS - ACIEG
2ª Vaga - Titular ASSOCIAÇÃO GOIANA DE TURISMO RECEPTIVO - AGORA
2ª Vaga - Suplente ASSOCIAÇÃO GOIANA DE TURISMO RECEPTIVO - AGORA
USUÁRIOS - INDÚSTRIA E MINERAÇÃO
1ª Vaga - Titular SIDUSCON
1ª Vaga - Suplente SINDICATO DAS INDUSTRIAS DE LATICÍNIOS NO ESTADO DE GOIÁS
2ª Vaga - Titular CARGILL AGRICOLA S/A
2ª Vaga - Suplente SINDICATO DAS INDUSTRIAS DE CURTUMES E CORRELATOS DO ESTADO DE GOIÁS
3ª Vaga - Titular SIFAEG - SINDICATO DA INDÚSTRIA DE FABRICAÇÃO DE ETANOL DO ESTADO DE GOIÁS
3ª Vaga - Suplente GOIASA GOIATUBA ÁLCOOL LTDA
4ª Vaga - Titular FIEG - FEDERAÇÃO DAS INDUSTRIAS DO ESTADO DE GOIÁS
4ª Vaga - Suplente SINDICATO DAS INDÚSTRIAS DE CERÂMICA NO ESTADO DE GOIÁS
USUÁRIOS - GERAÇÃO DE HIDROELETRICIDADE
1ª Vaga - Titular CENTRAIS ELÉTRICAS DE GOIÁS - CELG
1ª Vaga - Suplente CENTRAIS ELÉTRICAS DE GOIÁS - CELG
2ª Vaga - Titular CENTRAIS ELÈTRICAS CANHOEIRA DOURADA S/A-CDSA
2ª Vaga - Suplente CENTRAIS ELÈTRICAS CANHOEIRA DOURADA S/A-CDSA
3ª Vaga - Titular CENTRAIS ELÉTRICAS DE GOIÁS - CELG
3ª Vaga - Suplente CENTRAIS ELÉTRICAS DE GOIÁS - CELG
4ª Vaga - Titular CENTRAIS ELÈTRICAS CANHOEIRA DOURADA S/A-CDSA
4ª Vaga - Suplente CENTRAIS ELÈTRICAS CANHOEIRA DOURADA S/A-CDSA
ENTIDADES CIVIS - ORGANIZAÇÕES TÉCNICAS E DE ENSINO E PESQUISA E ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS
1ª Vaga - Titular ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL - ABES
1ª Vaga - Suplente ASSOCIAÇÃO DOS GEÓLOGOS DO ESTADO DE GOIÁS - AGECO
2ª Vaga - Titular ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE RECURSOS HÍDRICOS - ABRH
2ª Vaga - Suplente ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE IRRIGAÇÃO E DRENAGEM-ABID
3ª Vaga - Titular ASSOCIAÇÃO DOS ENGENHEIROS AGRÔNOMOS DO ESTADO DE GOIÁS - AEAGO
3ª Vaga - Suplente AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
4ª Vaga - Titular UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS - UFG
4ª Vaga - Suplente FACULDADES ALVES DE FARIA - ALFA
5ª Vaga - Titular INSTITUTO FEDERAL DE GOIÁS
5ª Vaga - Suplente CONSELHO REGIONAL DE BIOLOGIA-4ª REGIÃO
6ª Vaga - Titular PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS - PUC GOIÁS
6ª Vaga - Suplente AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
7ª Vaga - Titular ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL - SEÇÃO GOIÁS
7ª Vaga - Suplente CONSELHO REGIONAL DE ENHGENHARIA, AGRONOMIA E ARQUITETURA - CREA-GO
8ª Vaga - Titular ASSOCIAÇÃO AMBIENTAL PRÓ-ÁGUAS DO CERRADO
8ª Vaga - Suplente AGUARDA INDICAÇÃO, CONFORME REGIMENTO
9ª Vaga - Titular ASSOCIAÇÃO PRÓ-COMITÊ DE INTEGRAÇÃO DA BACIA DO RIO PARANAÍBA - ABAPA
9ª Vaga - Suplente ASSOCIAÇÃO PARA RECUPERAÇÃO E CONSERVAÇÃO DO AMBIENTE - ARCA
As vagas que não foram preenchidas no processo eleitoral, serão preenchidas conforme o Regimento Interno do Comitê.
Deve ser enviado à Comissão Eleitoral, até o dia 26/06/2011, conforme informado nas plenárias setoriais, Ofício de indicação do representante da instituição eleita, assinado pelo titular da instituição.
Fonte: ASCOM/SEMARH
27/06/2011
A inscrição no Curso III significa inscrição nas disciplinas 7, 8 e 9.
Não é preciso ter feito os Cursos I e II para se inscrever no curso III.
A Universidade de Brasília (UnB), com apoio do Centro de Seleção e Promoção de Eventos da UnB (CESPE), do Instituto Brasileiro de Estudos e Ações em Saneamento Ambiental e Gestão Recursos Hídricos (IBEASA) e da OSCIP Interaguas, oferece, no âmbito do Projeto "Cursos de capacitação e difusão tecnológica para técnicos de nível superior e demais interessados que atuam na bacia hidrográfica do Rio Paranaíba", o terceiro curso de 60h, constituído das disciplinas 7, realizada na modalidade a distância, 8 e 9, realizadas com encontros presenciais, todas com 20h de duração.
Para mais detalhes clique aqui.
22/06/2011
A Diretora Geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas - IGAM, publica o edital que trata do processo de eleição de membros componentes do Comitê da Bacia Hidrográfica dos Afluentes Mineiros do Baixo Paranaíba.
Para visualizar o Edital clique aqui.
22/06/2011
O COMITÊ DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO ARAGUARI, tem o prazer de convidar para o IV Seminário Água Comunicação e Sociedade, no dia 28 de junho de 2011, no Center Convention em Uberlândia - MG.
O Seminário objetiva aproximar a sociedade dos gestores dos recursos híricos no estado de Minas Gerais, por isso a sua participação é indispensável. Inscrições gratuitas.
PROGRAMAÇÃO
09h00min - Credenciamento
09h30min - Abertura (Composição da mesa, presença de Adriano Magalhães Chaves, Secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais).
10h00min - Palestras (Painel 01)
12h00min - Debate
12h30min - Almoço
14h00min - Painel 02
15h30min - Coffee break
17h30min - Encerramento
17/06/2011

O município de Itumbiara será homenageado, no próximo dia 14, no Senado Federal, como a “Cidade mais Dinâmica do Brasil em 2011”, alcançando o primeiro lugar nacional, no levantamento da Organização Mundial de Estados, Municípios e Províncias (OMEMP). A 16ª edição da certificação das cidades mais dinâmicas do Brasil ocorre dentro do Meeting Dynamic City Brasil, um amplo levantamento sobre os municípios brasileiros, que vai apontar as 100 cidades mais dinâmicas. Segundo Ramon Marcos, da OMEMP, Itumbiara alcançou o topo da liderança e vai receber também a certificação internacional “Brasil Américas”, num evento que vai reunir as principais autoridades brasileiras.
Os organizadores estão realizando paralelo ao evento, o Encontro sobre Qualidade de Vida, com palestras de autoridades do governo, voltadas para o fortalecimento dos municípios. A confirmação de que Itumbiara é a cidade mais dinâmica do Brasil foi feita no último dia 27, em ofício encaminhado ao prefeito Zé Gomes da Rocha.
O prêmio que Itumbiara vai receber no dia 14 ocorre num momento especial para a cidade e o prefeito Zé Gomes, pois há menos de um mês foi confirmada a instalação da montadora de veículos Suzuki no município, que vai produzir a partir do ano que vem, gerando milhares de empregos diretos e indiretos e colocando a cidade de vez no cenário mundial. Ainda em 2011, a British Petroleoum anunciou investimentos para dobrar a produção de etanol e energia na unidade da CNAA. E o prefeito Zé Gomes está negociando com a Hypermarcas um investimento de R$ 3 bilhões.
Os indicadores de saneamento [Itumbiara caminha para a universalização da água e esgoto], habitação [quase 5 mil casas populares], escolas de tempo integral, creches, 100% de asfalto, moderna iluminação pública, sistema de drenagem urbana, UPA, UBS, Clínicas Populares, e ainda investimentos em infraestrutura, como Parque Beija Flor, Pier João Gilberto e aterro sanitário, entre dezenas de outras obras, fazem de Itumbiara a cidade mais dinâmica do Brasil.
Fonte: FN
17/06/2011
Workshop sobre Gestão de Bacias Hidrográficas:
bases teóricas, política pública e ações transdisciplinares
11 e 12 de agosto 2011
Auditório da Reitoria da UFMG
Campus Pampulha - Belo Horizonte - MG
PROGRAMAÇÃO:
http://www.ufmg.br/pos/ecologia/index.php/work-shop
INSCRIÇÕES:
http://www.cursoseeventos.ufmg.br/CAE/DetalharCae.aspx?CAE=4840
Para visualizar o banner clique aqui.
16/06/2011
O Sistema Estadual de Meio ambiente e Recursos Hídricos - Sisema, por meio da Superintendência Regional de Regularização Ambiental Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, convida para a Apresentação - Avaliação Ambiental Integrada da Bacia do Rio Tijuco.
Para acessar a Programação, clique aqui.
16/06/2011
A Comissão Julgadora do Concurso de Fotografia do CBH-Paranaíba esteve reunida no último dia 19 de maio, na sede do Departamento Municipal de Água e Esgoto de Uberlândia para avaliar as 116 fotografias inscritas no concurso. Na primeira rodada foram selecionadas 38 fotografias, destas 9 foram para a grande final. A Comissão Julgadora selecionou como ganhadores os seguintes autores, por tema:
a) Tema Água: Milton José Goes da Silva, de Brasília - DF; (Ver foto)
b) Tema Beleza Natural ou Cultural: Carmem Sheila Muniz Borges, de Itumbiara - GO; (Ver foto)
c) Tema Degradação Ambiental: Paulo Henrique Gonçalves de Souza, de Samambaia - DF. (Ver foto)
Foram avaliados critérios como elegibilidade, representatividade da bacia, beleza plástica da imagem e emoção captada, criatividade e qualidade e técnica. Os vencedores em cada categoria receberam da Cemig Geração e Transmissão S.A., patrocinadora do Concurso, a quantia de R$ 3.000,00.
15/06/2011

A organização Brasil Américas realizou no dia 14 de Junho de 2011, a entrega da 16ª Edição da Certificação Internacional Brasil Américas no restaurante do Senado Federal. Foram homenageadas várias autoridades, dentre elas, o Deputado Federal Romário, Deputado Federal Garotinho, Deputado Federal Acelino Popó, Senador Wilson Santiago, Senador Valdir Raupp, Ministros, Governadores, Deputados Estaduais e os 100 melhores Prefeitos do Brasil.
O evento Contou com o apoio da Organização Mundial de Estados, Municípios e Províncias - OMEMP, Jornal do Brasil, Governo Federal, Sistema Fibra - SESI - SENAI.
Itumbiara foi homenageada como a "PRIMEIRA" cidade mais dinâmica do Brasil em 2011, honrando assim a história de um município e a identidade de seu povo.O Prefeito de Itumbiara, José Gomes da Rocha, utilizou a tribuna para pronunciar em nome de todos os prefeitos homenageados, recebendo o troféu das mãos do Deputado Federal Romário.
09/06/2011
RENOVAÇÃO CBH-PN3
No último dia 03 de junho foi publicado dia no Diário Oficial do Estado de Minas Gerais o Edital de Convocação para a nova composição do Comitê de Bacia Hidrográfica dos Afluentes Mineiros do Baixo Paranaíba, UPGRH PN3, mandato 2011/2013. As inscrições iniciaram-se na segunda-feira 06 de junho e se encerrarão no dia 06 de julho de 2011. O EDITAL DE CONVOCAÇÃO IGAM n.º 02 / 2011a está disponível no Portal dos Comitês: http://comites.igam.mg.gov.br/new
26/05/2011
A Agência Nacional de Águas (ANA) prorrogou até o dia 24 de junho o prazo para inscrições no Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas (Prodes). A seleção pretende definir projetos de construção ou ampliação de Estações de Tratamento de Esgotos (ETE) que receberão R$ 40,2 milhões do Prodes. As inscrições podem ser feitas presencialmente na sede da Agência em Brasília - endereço: Setor Policial (SPO), Área 5, Quadra 3, Bloco B, Sala 211, até a data limite.
Os projetos inscritos serão avaliados e receberão uma pontuação de zero a 100. Terão prioridade os empreendimentos que demandarem até R$ 10 milhões do Prodes e que forem localizados em 17 regiões com baixos níveis de qualidade da água, segundo critérios da Agência. Será dada prioridade a localidades incluídas no Atlas de Abastecimento Urbano de Água da ANA www.ana.gov.br/atlas.
As características de tamanho e eficiência da ETE; a existência de comitês de bacia na região onde está a estação de tratamento; a destinação de recursos da cobrança pelo uso da água ao projeto; e a previsão do empreendimento em plano de recursos hídricos da bacia hidrográfica ou em programas de investimento também são critérios de seleção.
O Prodes pagará ao prestador de saneamento desde 30% do valor da ETE, calculado pelo programa, quando atender a uma população acima de 200 mil pessoas, até 100%, caso o empreendimento atenda até 20 mil pessoas. Para projetos selecionados que atenderem entre 200 mil e 20 mil pessoas, o percentual de recursos do Programa cresce proporcionalmente.
Para mais informações acesse http://www.ana.gov.br/prodes/prodes2011.asp
Ascom/ANA
23/05/2011

Créditos: Ricardo Zig Koch Cavalcanti / Banco de Imagens ANA
Com a erosão, muitos sedimentos acabam se depositando em rios, o que gera problemas, como inundações e a redução da produtividade agrícola. Porém, existem técnicas para minimizar os processos de erosão e degradação dos recursos hídricos, provocados pelo mau uso do solo. Sabendo disso, a Agência Nacional de Águas (ANA) abriu uma chamada pública para a seleção de projetos de conservação de água e solo visando ao aumento da oferta e à melhoria da qualidade da água no Brasil. Até 15 de julho, os órgãos e entidades da administração direta e indireta dos municípios, estados e Distrito Federal poderão enviar suas propostas.
Haverá a seleção de pelo menos 12 projetos - seis ações de conservação de água e solo em qualquer bacia hidrográfica - que se enquadrem no pagamento por serviços ambientais (PSA) - e seis iniciativas de conservação de água e solo em importantes bacias hidrográficas que possuem um quadro de degradação de água e solo. São elas: Doce; Paraíba do Sul; Paranaíba; Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ); Piranhas-Açu; e São Francisco. Cada projeto poderá receber até R$ 500 mil, sendo metade neste ano e a outra metade em 2012. Caso haja possibilidade orçamentária, a ANA chamará projetos que ficarão num cadastro de reserva. Especialistas da Agência farão a seleção segundo os critérios do Chamamento Público nº 1/2011, que pode ser acessado no Portal dos Convênios do Governo Federal. A divulgação dos selecionados ocorrerá em 12 de agosto.
As propostas deverão conter técnicas de recuperação de água e solo, como a construção de barraginhas (para captação e infiltração da água da chuva), terraços em nível e barragens subterrâneas. Além disso, os projetos deverão prever o cercamento de áreas de interesse para conservação ambiental, plantio de mudas de espécies nativas, readequação de estradas rurais, ações de educação ambiental, iniciativas de monitoramento hidrometeorológico e outras que possibilitem a melhoria da oferta qualitativa e quantitativa da água, desde que atendam às exigências da Agência.
Com todas estas ações, a ANA espera a redução da erosão nas bacias dos projetos selecionados e a melhoria da qualidade e da quantidade de água nesses locais, assim como a readequação de estradas rurais e o maior aproveitamento de água de chuva. A Agência também prevê os seguintes resultados: o comprometimento formal dos beneficiários com a conservação das Áreas de Preservação Permanente (APP), o envolvimento dos órgãos gestores de recursos hídricos nas ações dos projetos selecionados e a participação da sociedade nas ações e processos de melhoria ambiental, por meio da educação ambiental.
Para projetos de municípios, a contrapartida financeira será de 2% a 8% do valor do projeto. Para os estados e o Distrito Federal o percentual varia de 10% a 20%. Já os consórcios públicos terão uma contrapartida de 2%.
Programa Produtor de Água
Desde 2001, a ANA realiza o Programa Produtor de Água, uma iniciativa de pagamento por serviços ambientais que incentiva produtores rurais a adotarem voluntariamente boas práticas de conservação de água e solo, como: recuperação e a proteção de nascentes. Quanto maior o serviço ambiental prestado, maior o pagamento para o produtor. Oito estados e o Distrito Federal já o adotam. Para mais informações sobre o Produtor de Água, acesse: www.ana.gov.br/produagua.
Acesse o Chamamento Público nº 1/2011
Ascom/ANA
23.05.2011
A Comissão Julgadora do Concurso de Fotografia do CBH-Paranaíba esteve reunida no último dia 19 de maio, na sede do Departamento Municipal de Água e Esgoto de Uberlândia para avaliar as 116 fotografias inscritas no concurso. Na primeira rodada foram selecionadas 38 fotografias, destas 9 foram para a grande final. A Comissão Julgadora selecionou como ganhadores os seguintes autores, por tema: Tema Água: Milton José Goes da Silva, de Brasília - DF; Tema Beleza Natural ou Cultural: Carmem Sheila Muniz Borges, de Itumbiara - GO e no Tema Degradação Ambiental: Paulo Henrique Gonçalves de Souza, de Samambaia - DF.
Foram avaliados critérios como elegibilidade, representatividade da bacia, beleza plástica da imagem e emoção captada, criatividade e qualidade e técnica. Os vencedores em cada categoria receberão da Cemig Geração e Transmissão S.A. a quantia de R$ 3 mil durante a 7ª Reunião Ordinária do CBH-Paranaíba, que acontecerá no dia 02 de junho em Rio Quente - GO.
16.05.2011
Já se encontra disponibilizado no Sistema de gestão de Convênios e Contratos de repasse - SICONV, no site www.convenios.gov.br, chamamento público 01/2011 da ANA - PROPOSTA PARA SELEÇÃO DE PROJETOS DE CONSERVAÇÃO DE ÁGUA E SOLO VISANDO O AUMENTO DA OFERTA E MELHORIA DA QUALIDADE DA ÁGUA - PROGRAMA PRODUTOR DE ÁGUA, cuja finalidade é a realização de convênios com pelo menos doze entidades públicas, com valores máximos de até R$500.000,00 cada proposta.
Considerando a necessidade da implementação de práticas voltadas à revitalização de bacias hidrográficas, o presente chamamento tem por objeto apoiar a realização de práticas de conservação de água e solo em projetos localizados em bacias prioritárias ou em bacias que contemplem projetos de PSA.
Para fins deste chamamento, as bacias prioritárias (projetos sem PSA) serão consideradas as seguintes: do rio Doce; Paraíba do Sul; Paranaíba; Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ); Piranhas - Açu e São Francisco. Nessas bacias busca-se, com as ações propostas, estruturar projetos e arranjos institucionais, facilitando assim, prováveis implementações futuras de esquemas de PSA no âmbito do Programa Produtor de Água.
As principais intervenções a serem financiadas são: Construção de barraginhas, terraceamento em nível, readequação de estradas rurais, cercamento de nascentes e matas ciliares, plantio de espécies nativas, educação ambiental, dentre outras.
Maiores informações no documento anexo.
18.04.2011

Nos dias 14 e 15 de abril de 2011, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba - CBH - Paranaíba, realizou sua 2ª Reunião Extraordinária, em Itumbiara - GO.
No dia 14, dentro da pauta proposta, foi apresentado o estágio atual de elaboração do diagnóstico do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Paranaíba pela empresa COBRAPE.
Em um momento solene os membros do CBH-Paranaíba prestaram uma singela homenagem ao saudoso Dr. Hamilton Marques Magalhães, ex - Secretário do Comitê que faleceu no dia 11 de dezembro de 2010. Durante a homenagem, o Presidente do CBH-Paranaíba Professor Paulo Salles e o Coordenador da CTPI, Wilson Shimizu, proferiram belas palavras lembrando o valoroso trabalho que o inestimável amigo desempenhou junto ao CBH-Paranaíba e pelo avanço da gestão dos recursos hídricos. A família estava representada na pessoa do senhor Thiago Marques, sobrinho do Dr. Hamilton, que recebeu das mãos do 1º Vice - Presidente do Comitê, senhor Antônio Ismael Ballan, uma placa de prata.
Dando sequência as atividades, os participantes foram divididos em 5 grupos de trabalho: abastecimento e saneamento, agricultura e pecuária, indústria, energia e uso do solo para discutirem sugestões para a elaboração do Plano quanto aos usos dos recursos hídricos, após o processo de discussão cada grupo apresentou suas propostas ao Plenário.
No dia 15, foi apresentado e discutido o Plano Integrado de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Doce, pelo senhor Nelson de Freitas, Gerente de Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas.
Durante a Reunião, aconteceu a eleição para as vagas de 2ª Vice - Presidente e Secretário da Diretoria do Comitê, a senhora Angélica Haralampidou, foi eleita a 2ª Vice - Presidente representando a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia do estado do Mato Grosso do Sul - SEMAC e o senhor Nilo André Bernardi Filho, foi eleito como Secretário, representando a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais - FIEMG.
07.04.2011
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba (CBH Paranaíba) recebe inscrições para o concurso de fotografia “Um olhar sobre a Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba” até o dia 29 de abril. O concurso, divido em três categorias, deve retratar imagens da bacia do rio Paranaíba, exclusivamente, com o objetivo de divulgar a importância da conservação do manancial. O vencedor de cada categoria receberá um prêmio no valor de R$ 3 mil, em dinheiro.
Entre as categorias Água, Beleza Natural ou Cultural e Degradação Ambiental, o concurso abre espaço para fotógrafos profissionais e amadores, maiores de 18 anos e residentes no Brasil. As inscrições são gratuitas e cada participante tem direito a inscrever no máximo três fotografias, independente do tema escolhido, conforme regulamento.
O vencedor em cada tema receberá um diploma de participação expedido pela diretoria do CBH Paranaíba e um prêmio no valor de R$ 3 mil, em dinheiro, oferecido pelos patrocinadores do concurso. Os trabalhos escolhidos serão exibidos no site do CBH-Paranaíba.
Os vencedores serão conhecidos durante a 7ª Reunião Ordinária do CBH Paranaíba, a ser realizada em Campo Grande (MS), de 2 a 3 de junho de 2011.
Mais informações no site http://www.paranaiba.cbh.gov.br/.
Carol Braz, Ascom/ANA
05.04.2011

O lançamento de esgotos sem tratamento é um dos principais problemas que interferem na qualidade dos mananciais no Brasil. Para reduzir os níveis de poluição, esta semana a Agência Nacional de Águas (ANA) lança o edital de seleção de projetos (Resolução 71) de construção ou ampliação de estações de tratamento de esgotos (ETE) que receberão R$ 40,2 milhões do Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas (Prodes) - www.ana.gov.br/prodes. As inscrições podem ser feitas até 27 de maio presencialmente na sede da Agência em Brasília - Setor Policial (SPO), Área 5, Bloco B, Sala 211.
Os projetos inscritos serão avaliados e receberão uma pontuação de zero a 100. Terão prioridade os empreendimentos que demandarem até R$ 10 milhões do Prodes e que forem localizados em 17 regiões com baixos níveis de qualidade da água, segundo critérios da Agência. Será dada prioridade a localidades incluídas no Atlas de Abastecimento Urbano de Água da ANA www.ana.gov.br/atlas.
Outros critérios que contam pontos na seleção dos empreendimentos são: as características de tamanho e eficiência da ETE, a existência de comitês de bacia na região onde está a estação de tratamento, a destinação de recursos da cobrança pelo uso da água ao projeto e a previsão do empreendimento em plano de recursos hídricos da bacia hidrográfica ou em programas de investimento.
O Prodes pagará ao prestador de saneamento desde 30% do valor da ETE, calculado pelo programa, quando atender a uma população acima de 200 mil pessoas, até 100%, caso o empreendimento atenda até 20 mil pessoas. Para projetos selecionados que atenderem entre 200 mil e 20 mil pessoas, o percentual de recursos do Programa cresce proporcionalmente.
Conheça o Prodes
Criado em 2001 pela ANA, o Programa Despoluição de Bacias Hidrográficas visa a incentivar a implantação de estações de tratamento de esgotos para reduzir os níveis de poluição das águas brasileiras. Também conhecido como “programa de compra de esgoto tratado”, o Prodes paga pelo esgoto efetivamente tratado - desde que cumpridas as condições previstas em contrato - em vez de financiar obras ou equipamentos.
Desde seu início, o Prodes contratou 42 empreendimentos que atenderam a cerca de cinco milhões de brasileiros ao pagar R$ 152 milhões pelo esgoto tratado. Esses recursos alavancaram investimentos de 467 milhões dos prestadores de saneamento na implantação das Estações de Tratamento de Esgotos.
Após o lançamento do edital e a inscrição dos empreendimentos, as propostas são analisadas pela Agência. Depois da fase de habilitação, o próximo passo é contratar os projetos. Em seguida, os recursos são aplicados num fundo de investimentos do Prodes na Caixa Econômica Federal. O dinheiro é liberado somente quando as ETE estão operando plenamente e atingindo as metas definidas em contrato, o que é auferido pelas certificações periódicas realizadas pela ANA.
Ascom/ANA
18.02.2011

A Câmara Técnica de Planejamento Institucional - CTPI do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba se reuniu na última quinta-feira (17 de fevereiro), em Itumbiara - GO, tendo como pauta formular proposta de ações na bacia de forma a beneficiar a população com o desenvolvimento sustentável da região, aliando as atividades econômicas com a preservação ambiental.
Pela manhã aconteceram as reuniões dos Grupos de Trabalho (GT) Agência Cobrança e Comitês. Durante as discussões do GTAC, o Dr. Rodrigo Flecha, Superintendente de Apoio a Gestão de Hídricos da Agência Nacional de Águas (SAG/ANA) destacou a importância da criação de uma Agência de Bacia para atuar como Secretaria Executiva do CBH-Paranaíba, de forma a garantir maior profissionalismo das atividades desenvolvidas. Foi proposto pelo Dr. Rodrigo Flecha e aprovado pelos membros a realização de uma Oficina sobre Agência de Bacia, que tem o objetivo de promover um processo de nivelamento sobre o tema a fim de qualificar as discussões.
O Superintendente de Recursos Hídricos da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado de Goiás, Augusto Almeida, participou da reunião do GT Comitês e repassou aos membros que a SEMARH-GO está trabalhando em conjunto com o CBH-Meia Ponte no processo de mobilização para a eleição do Comitê que acontece no final de março. O Superintendente se comprometeu em dar o apoio necessário para a instalação do Comitê dos Rios Turvo e dos Bois ainda no 1º semestre de 2011. Destacou que “para o órgão gestor de Recursos Hídricos do Estado de Goiás é estratégico uma participação ampla e pró-ativa em um Comitê desta importância, acreditamos por princípio em gestão descentralizada e participativa”.
No período vespertino aconteceram as apresentações do Programa “Nas ondas do Paranaíba” - por Mariana Braga Coutinho - Especialista em Recursos Hídricos da Agência Nacional das Águas (ANA) e Andréa Carestiato do Ministério do Meio Ambiente; apresentação sobre Procedimentos para a implantação de empreendimentos hidrelétricos - Mateus Machado Neves - especialista em Regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e palestra sobre “Impactos Sócio Ambientais de PCHs” pelo professor Laurindo Pedrosa da Universidade Federal de Goiás (UFG).
Bia de Lima - Assessora de Comunicação do CBH-Araguari
Cynthia Guerra - Secretaria Executiva do CBH-Paranaíba
20.12.2010
A Agência Nacional de Águas (ANA) lançou dois editais para selecionar, no dia 1º de fevereiro, um projeto de uma Organização da Sociedade de Interesse Público (Oscip) para o desenvolvimeto de atividades de apoio às ações do Comitê da Bacia Hidrográfica do rio Paranaíba e outro projeto para desenvolver as mesmas atividades para o Comitê da Bacia Hidrográfica do rio Piranhas-Açu. Os dois editais foram publicados no Diário Oficial da União no dia 16 de dezembro.
Os centros de apoio a serem desenvolvidos pelas Oscips selecionadas atuarão como assessorias administrativas dos respectivos comitês por um período previsto de três anos e devem executar atividades como organização interna, planejamento das atividades do comitê, comunicação e mobilização social, capacitação de gestores e organização de eventos.
A Bacia Hidrográfica do rio Paranaíba possui área de drenagem de 222.767 Km2, abrangendo parte dos estados de Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal e do Mato Grosso do Sul. A nascente do rio Paranaíba está no município de Rio Paranaíba, na Serra da Mata da Corda. O rio percorre cerca de 1.160Km até sua foz, no encontro com o Rio Grande, onde está localizada a hidrelétrica de Ilha Solteira.
A população da região do CBH do Paranaíba é de cerca de 8,5 milhões de habitantes, sendo que aproximadamente 92% se concentram em áreas urbanas. A ocupação abrange 193 municípios distribuídos pelos três estados da bacia e o DF. A maior parte da população está concentrada nas regiões metropolitanas de Brasília e Goiânia, onde vivem mais de cinco milhões de habitantes, quase 70% dos residentes.
A Bacia Hidrográfica do rio Piranhas-Açu possui uma área total de drenagem de 43.681,5 km², sendo 60% na Paraíba e 40% no Rio Grande do Norte. Dos 147 municípios abrangidos pela Bacia do Piranhas-Açu, 102 são paraibanos e 45 potiguares, totalizando mais de 1,3 milhão de habitantes.
Em termos sócio-econômicos, a Bacia é fundamental para os dois estados porque nela estão localizados o sistema paraibano de reservatórios Curema-Mãe D’Água, com capacidade de armazenamento de 1,35 bilhões de metros cúbicos, e a barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório de água do Rio Grande do Norte, que pode armazenar até 2,4 bilhões de metros cúbicos.
Mais informações:
http://www.ana.gov.br/editaiselicitacoes/
Clique aqui para ler o Edital de seleção de Oscip para o Paranaíba
20.12.2010
A Agência Nacional de Águas publicou no D.O.U. do dia 16 de dezembro o aviso de licitação - Concurso nº 1/2010 com o objetivo de selecionar um projeto de Organização da Sociedade de Interesse Público - OSCIP, para o desenvolvimento de atividades que visam apoiar as ações do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba por intermédio da implantação de um Centro de Apoio ao CBH Paranaíba, que atuará como secretaria-executiva do respectivo comitê.
As propostas deverão ser entregues no dia primeiro de fevereiro de 2011 às 9:30h na ANA - Setor Policial, Área 05, Quadra 03, Bloco "M", Brasília Asa Sul - BRASILIA - DF
13.12.2010
É com extremo pesar, que comunicamos o falecimento do Dr. Hamilton Marques Magalhães, Secretário do CBH-Paranaíba, ocorrido às 18 horas deste sábado (11.12.2010), vítima de um AVC.
Sentimo-nos incapazes de encontrar palavras de consolo para entender tamanho acontecimento, mas desejamos expressar nosso profundo pesar pela sua morte. As recordações permanecerão para sempre vivas em nossos corações.
Dr. Hamilton Marques Magalhães era Secretário do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba, Coordenador da Comissão de Meio Ambiente da OAB/MG, Subseção Uberlândia, Conselheiro do Conselho Municipal de Desenvolvimento Ambiental de Uberlândia (CODEMA), do COMAC- Conselho do Projeto de Requalificação da área Central e Fundinho da Cidade de Uberlândia-MG,do Conselho Municipal do Plano Diretor de Uberlândia -MG, do CORAD-IEF Uberlândia e membro da Coordenação da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba (CIEA), vinculada à Secretaria Estadual de Meio Ambiente.
Secretaria Executiva do CBH-Paranaíba
Rua Padre Félix, nº 140, Centro
CEP 75.503-130 Itumbiara-GO
FONE: (64) 3433-0499
13.12.2010

Nos dias 09 e 10 de dezembro, no Auditório do Flat San Diego, em Belo Horizonte-MG, aconteceu a 6ª Reunião Ordinária do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba. A reunião teve um importante ciclo de palestras que abordou: A CEMIG e a Gestão de Recursos Hídricos; Adaptação a Mudanças e Variações Climáticas e a Gestão de Recursos Hídricos; Pagamento por serviços ambientais e a Gestão de Recursos Hídricos; Ciência e Tecnologia e o uso de Recursos Hídricos.
A pauta trazia outros importantes assuntos, podendo destacar: Aprovação pela Plenária da realização de duas Reuniões Extraordinárias do CBH-Paranaíba, ficando a 2ª Reunião Extraordinária, na cidade de Itumbiara-Go, no mês de Abril do ano de 2011 e a 3ª Reunião Extraordinária para o dia 03 de Junho de 2011, em Campo Grande-MS; Aprovação de Moção a ser encaminhada aos governos de Goiás, Mato do Grosso e ao Distrito Federal, manifestando - se favorável a criação de legislação de compensação ambiental pelo uso de recursos hídricos para fins de abastecimento; Aprovação de Moção destinada aos governos de Goiás, Mato do Grosso e ao Distrito Federal manifestando - se favorável a criação e consolidação de uma rede de monitoramento da qualidade e quantidade das águas de seus rios, principalmente a dos afluentes do Paranaíba; Aprovação de moção destinada ao Governador eleito de Goiás para que priorize e implementação da Política Estadual de Recursos Hídricos.
12.11.2010
Publicada nesta quarta-feira (10), a Resolução ANA nº 562/2010 abre caminho para a regularização dos usos de recursos hídricos na bacia do rio São Marcos. O documento estabelece o Marco Regulatório do Uso da Água na bacia hidrográfica e, em conjunto com a Resolução ANA nº 564/2010, que altera a outorga da Usina Hidrelétrica de Batalha, se transforma num forte instrumento de regulação, permitindo a emissão de outorga para vários usuários irrigantes.
O Marco Regulatório é um conjunto de regras pactuado entre órgãos gestores de recursos hídricos e usuários de água, com o objetivo de evitar a ocorrência de conflitos pelo uso da água. No caso do São Marcos, o Marco Regulatório estabelece limites e responsabilidades para a Agência Nacional de Águas, para a Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Estado de Goiás (Semarh/GO) e para o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), instituições responsáveis pela gestão dos recursos hídricos da bacia hidrográfica.
Saiba +
A bacia do rio São Marcos banha parte dos municípios de Cristalina (GO), Unaí e Paracatu (MG), e uma pequena porção do Distrito Federal. Nos últimos anos a agricultura irrigada na cultura de grãos, como milho, soja e feijão vem crescendo na bacia. Com o crescimento da irrigação foi necessária uma realocação de água, de forma a acomodar a irrigação existente sem que houvesse uma redução excessiva na geração de energia na Usina Hidrelétrica de Batalha.
Ascom/ANA
11.11.2010
No último dia 05 de novembro, o Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Estado do Mato Grosso do Sul, aprovou o Plano Estadual de Recursos Hídricos - PERH, que prevê a gestão dos recursos hídricos para os próximos 20 anos.
Ao todo foram dois anos de trabalho para elaborar o plano, que contempla o diagnóstico da situação dos recursos hídricos do Estado, apresenta o prognóstico para os próximos anos e traz os programas a serem desenvolvidos em âmbito estadual, compreendidos como ações preventivas nas áreas de desenvolvimento e fortalecimento institucional, planejamento e gestão e conservação do solo, água e ecossistemas. Estas ações, reunidas em 16 programas, serão executadas nos próximos quatro anos.
O PERH foi elaborado pela Secretaria de Meio Ambiente, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia - SEMAC em conjunto com o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - Imasul e contou com o apoio financeiro e técnico da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano - SRHU do Ministério do Meio Ambiente - MMA.
O PERH abrange o uso de águas superficiais e subterrâneas, elencando aspectos positivos e as principais dificuldades. Durante a sua elaboração, um dos problemas identificados foi a dinâmica de uso e a qualidade da água. Situações como a rede de esgoto e o descarte de produtos nos ecossistemas precisam ser reavaliados no Estado. Sobre a quantidade de recursos hídricos, o Estado está localizado sobre o Aquífero Guarani, um gigantesco repositório subterrâneo de água potável, que também foi tema de estudo e de discussão durante a elaboração do PERH.
O documento na íntegra pode ser encontrado no endereço eletrônico do Imasul: http://www.imasul.ms.gov.br/PERHMS/.
04.10.2010
Com objetivo de apoiar a elaboração do Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba (PRH-Paranaíba), durante os dias 29 e 30/09 e 01/10, foram realizados sobrevôos de reconhecimento sobre a região. As rotas percorridas nos sobrevôos priorizaram os principais cursos d’água, áreas de remanescentes florestais e as áreas de concentração das maiores atividades usuárias de água presentes na bacia: agricultura irrigada, mineração, geração de energia hidrelétrica e piscicultura, entre outras. Participaram do sobrevôo o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba (CBH-Paranaíba), Prof. Paulo Salles e técnicos da Agência Nacional de Águas e da Companhia Brasileira de Projetos e Empreendimentos (COBRAPE), responsável pela elaboração do PRH-Paranaíba. Entre os inúmeros elementos observados, que aportarão importantes informações ao Plano da Bacia, chamou a atenção dos participantes o alto grau de degradação das nascentes, córregos e rios da bacia. Cenas como a apresentada na foto abaixo puderam ser observadas por toda a bacia hidrográfica do rio Paranaíba.

30.09.2010

No último dia 23 de Setembro de 2010, membros da Câmara Técnica de Planejamento Institucional - CTPI do CBH-Paranaíba, membros dos Grupos de Trabalho - GT Plano e GT Logomarca e Fotografias, estiveram reunidos no auditório da Secretaria Municipal de Educação, em Ituiutaba-MG, para a 12ª Reunião da CTPI, a reunião contou ainda com a participação de autoridades locais e comunidade.
Dentre os itens discutidos na reunião, podemos destacar: a empresa Cobrape, responsável pela elaboração do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Paranaíba, fez apresentação do relatório das atividades desenvolvidas até o momento e a programação das atividades a serem realizadas no próximo mês, destacando o sobrevôo pela Bacia e reuniões de mobilização; o Tenente Josimar da Assunção Andrade fez apresentação sobre as ações ambientais desenvolvidas na região de Ituiutaba-MG; apresentação e aprovação de Portarias para criação dos Grupos de Trabalho: GT Educação Ambiental e GT Cobrança e Agência; reformulação da Portaria do GT Comitês, com a indicação de novos membros e aprovação de Portaria para Composição da Comissão Julgadora do Concurso de Fotografias.
21.07.2010
No dia 20 de julho de 2010, a Diretoria do CBH-Paranaíba, representada pelo Presidente Paulo Salles, 1º Vice-Presidente Antônio Ballan e o Secretário Hamilton Magalhães e o Coordenador da Câmara Técnica de Planejamento Institucional Wilson Shimizu se reuniu com o Diretor Presidente da Agência Nacional de Águas Vicente Andreu para apresentar a nova Diretoria do CBH-Paranaíba, eleita para o biênio 2010-2012.

Participaram da reunião, além da Diretoria do CBH-Paranaíba, do Coordenador da CTPI e do Diretor Presidente da ANA, seu Chefe de Gabinete Horácio Figueiredo, o Superintendente de Apoio à Gestão de Recursos Hídricos Rodrigo Flecha e os técnicos da SAG Ricardo Sandi, Rosana Evangelista e Viviani Pineli.
O Presidente do CBH fez um breve histórico do Comitê e de suas realizações desde sua instalação em 2008, agradeceu o apoio da ANA neste período, ressaltando a recente contratação, pela ANA, do Plano de Recursos Hídricos e a necessidade da continuidade desse trabalho conjunto na etapa seguinte à elaboração do Plano, ou seja, na sua etapa de implementação.
O Sr. Vicente externou a sua preocupação com relação a esta etapa e as dificuldades que outros comitês vem encontrando na implementação de seus planos, bem como da importância de termos experiências exitosas, e quem sabe se o CBH-Paranaíba não se torna uma dessas experiências e referência nacional na implementação de PRH.
A reunião foi finalizada com o compromisso de continuidade dos trabalhos que a ANA e o CBH-Paranaíba vem desenvolvendo em conjunto.

19.07.2010

Nos dias 15 e 16 de Julho de 2010, no auditório do Palácio 12 de Outubro, em Itumbiara - GO, aconteceu a 11ª Reunião da Câmara Técnica de Planejamento Institucional do CBH - Paranaíba.
Dentre as atividades programadas, podemos destacar no dia 15.07, Curso de Capacitação sobre o Plano de Recursos e Enquadramento dos Corpos d’Água, ministrado pelo senhor Wagner Vilela, representante da Superintendência de Planejamento de Recursos Hídricos da Agência Nacional de Águas; apresentação de Minutas de Portaria sobre a criação de Grupos de Trabalho GT - Cobrança e Agência; e Educação Ambiental; foi deliberado que as indicações para composição do GT - Cobrança e Agência e GT - Educação Ambiental devem ser enviadas para Secretaria Executiva do CBH-Paranaíba, até o dia 16.08.2010.
Na manhã do dia 16.07, a empresa COBRAPE, vencedora da licitação para elaboração do Plano de Recursos Hídricos e Enquadramento dos Corpos d’Água da Bacia do Rio Paranaíba, representada pelos senhores Carlos Eduardo C. Gallego, Rodolpho Ramina, Andrei Stevanni Goulart Mora e Rafael F. Tozzi, apresentou o Plano de Trabalho a ser desenvolvido na Bacia do Paranaíba, sendo amplamente discutido com os membros da CTPI e GT Plano.
22.06.2010
A Agência Nacional de Águas - ANA, juntamente com o Fundo Setorial de Recursos Hídricos - CT-Hidro, irá realizar uma nova edição do Programa de Capacitação de Agentes Gestores em Recursos Hídricos. Serão investidos cinco milhões de reais nessa iniciativa, procurando ampliar o apoio da ANA ao fortalecimento da gestão de recursos hídricos nos estados brasileiros. Esse apoio será realizado por meio de seleção de projetos segundo as regras estipuladas pelo Edital MCT/CNPq/CTHIDRO/ANA nº 15/2010, lançado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq.
O objetivo do Programa é promover a capacitação de agentes gestores de recursos hídricos vinculados a: i) órgãos públicos estaduais que possuam competências relacionadas com a gestão de recursos hídricos estaduais; ii) entidades delegatárias das funções de Agências de Água; e iii) instituições contratadas para atuarem como secretarias executivas de comitês de bacia.
O Edital que detalhará como as propostas devem ser elaboradas encontra-se disponível no sitio eletrônico do CNPq (www.cnpq.br), entidade responsável por operacionalizar esse edital.
Assim como foi feito em um programa similar lançado em 2006 (Edital CT-Hidro/CNPq 38/2006), os profissionais a serem selecionados como bolsistas neste Edital de 2010 deverão desempenhar atividades ligadas à gestão de recursos hídricos, em conformidade com os planos de trabalho específicos de cada projeto, priorizando-se os instrumentos de gestão de recursos hídricos que precisam ser implementados ou aperfeiçoados em seus estados. Serão disponibilizados recursos de custeio para possibilitar, mais uma vez, viagens para estágios e treinamentos de seus técnicos em outras localidades e também para permitir a visita de instrutores e professores para a realização de cursos para toda a equipe na instituição de origem do projeto.
Informamos o lançamento desse Edital na expectativa de que as instituições elegíveis (órgãos gestores e agências de água) possam se mobilizar para submeter projetos, de maneira a garantir a participação de representantes de todo o país.
Prazos:
Lançamento do Edital no Diário Oficial da União e na página do CNPq:21/06/2010;
Data limite para submissão das propostas: 05/08/2010;
Divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet: A partir de 23/08/2010;
Início da contratação das propostas aprovadas: A partir de 30/08/2010.
17.06.2010
O Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) está recebendo propostas de prefeituras e ONGs para (1) Recuperação de florestas localizadas em nascentes de abastecimento de água e (2) Manejo da biodiversidade com participação comunitária. Conforme especificações abaixo.
Manifestação de interesse/SICONV: O FNMA receberá, inicialmente, propostas de trabalho simplificadas, compostas das informações básicas do projeto, por meio do SICONV (www.convenios.gov.br). As propostas devem ser incluídas nos programas do FNMA informados no SICONV:
• 4420420100001 - Recuperação Florestal de Áreas Alteradas e Degradadas - Especificamente aquelas localizadas em nascentes cujo manancial esteja sendo utilizado no abastecimento humano
• 4420420100002 - Manejo da Biodiversidade com base no desenvolvimento comunitário
Prazo: as propostas devem ser inseridas no SICONV até 09/Agosto/2010
Valor: R$ 200 mil a R$ 300 mil (mínimo e máximo, respectivamente)
Encaminhamento APENAS das propostas habilitadas: novembro e dezembro/2010, elaboradas no sistema Faça Projetos (http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=1&idConteudo=4679)
Aprovação e início da execução: Abril/2011
INFORMAÇÕES E ORIENTAÇÕES: site www.mma.gov.br/fnma, pelos telefones (61) 2028.2161 e 2028.2160 ou e-mail fnma@mma.gov.br.
TEMA 1: Recuperação Florestal de Áreas Alteradas e Degradadas - Especificamente aquelas localizadas em nascentes cujo manancial esteja sendo utilizado no abastecimento humano.
O projeto deverá (estratégias):
• Considerar, no sistema hidrológico no qual pretende interferir, os nichos de nascentes, localizados à montante em corpos hídricos utilizados para o abastecimento humano. A área a ser reflorestada por meio de plantio ou enriquecimento, deverá considerar o que descreve o Art. 2º letra "c" da Lei nº 4.771/65 .
• Tomar a bacia hidrográfica como unidade de planejamento, promovendo a adoção de estratégias participativas de gestão dos recursos florestais e hídricos.
• Observar os processos de sucessão ecológica na escolha e combinação das espécies e orientar-se à implantação de florestas de estrutura semelhante ao clímax da região, utilizando alta diversidade biológica; Informar as espécies que serão adotadas para o plantio e a metodologia de espaçamento;
• Utilizar preferencialmente material genético local nos plantios destinados à recuperação florestal;
• Incluir atividades de capacitação para a adoção de técnicas de plantio e condução da regeneração natural, com vistas à recuperação florestal;
• Incluir atividades de educação ambiental (mobilização, palestras, mutirões, etc.) em torno das ações desenvolvidas.
Resultados esperados:
• Ampliação da regularidade florestal e do número de áreas degradadas em processo de recuperação na região de abrangência do projeto;
• Beneficiários capacitados e comprometidos com a conservação de florestas de proteção ambiental.
Podem apresentar propostas: Prefeituras e ONGs (Instituições Privadas Sem Fins Lucrativos)
Duração da execução: 12 meses
Valores (mínimo e máximo): R$ 200.000,00 a R$ 300.000,00
TEMA 2: Manejo da Biodiversidade com Base no Desenvolvimento Comunitário
A ação visa apoiar projetos voltados à iniciativas comunitárias conservacionistas protagonizadas por mulheres (pescadoras, marisqueiras, quebradeiras de coco babaçu e agricultoras familiares em geral) cujos objetivos visem a gestão sustentável dos recursos naturais, bem como a geração de renda para núcleos familiares e a valorização do saber tradicional.
O projeto deverá (estratégias):
• Fomentar cadeias de produtos da base conservacionista;
• Dialogar com as políticas públicas e legislação pertinente (Plano de manejo de Unidades de Conservação, Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade);
• Demonstrar sustentabilidade ambiental, social e econômica;
• Contribuir para o melhor aproveitamento, agregação de valor a produtos e/ou sub-produtos;
• Envolver todos os segmentos da área de abrangência da proposta na elaboração, proposição e execução;
• Incluir, no seu escopo, o monitoramento dos recursos manejadas e dos possíveis impactos das ações de manejo sobre o ecossistema;
• Prever estratégias de controle social e gestão participativa.
Resultados esperados:
• Fortalecimento de alternativas econômicas para a comunidade envolvida, promovendo a gestão territorial compartilhada e sustentável;
• Aprimoramento da utilização sustentável dos recursos naturais pelas próprias comunidades;
• Proteção à biodiversidade, agrobiodiversidade e/ou conhecimentos tradicionais associados, por meio da criação, consolidação e fortalecimento de instâncias representativas das comunidades;
Podem apresentar propostas: Instituições Públicas e Instituições Privadas Sem Fins Lucrativos
Duração da execução: 12 meses
Valores (mínimo e máximo): R$ 200.000,00 a R$ 300.000,00
Como inserir a proposta no SICONV:
Para usar o SICONV, o proponente deverá se cadastrar previamente. Visite o Portal dos Convênios (www.convenios.gov.br) para se informar mais sobre esse sistema de execução de convênios. No portal estão disponíveis legislação, tutoriais, manuais e outras informações úteis.
Para acessar os programas do FNMA no SICONV, clique na aba "Acesso Livre" (acima e à esquerda, na página inicial) e depois no link "Listagem de programas de convênio por órgão". Vá à página 4, e escolha o Fundo Nacional do Meio Ambiente na lista (código 44204).
Para inserir uma proposta, após se cadastrar no SICONV, na página inicial do Portal dos Convênios, clique no link "Acessar o SICONV", no lado esquerdo da tela. Insira seu CPF e sua senha e você será direcionado para o SICONV. Na primeira página, clique no link "Propostas". Ao abrir o menu, clique na opção "Incluir proposta". Na página que se abre, insira o código do órgão FNMA: 44204, e cllique em "Buscar programas para seleção". Selecione um dos dois programas do FNMA: 4420420100001- Recuperação Florestal de Áreas Alteradas e Degradadas - Especificamente aquelas localizadas em nascentes cujo manancial esteja sendo utilizado no abastecimento humano - ou 4420420100002 - Manejo da Biodiversidade com base no desenvolvimento comunitário, e depois clique em "Selecionar objetos/preencher valores".
Na página que se abre, insira os valores do projeto: global, contrapartida e valor do repasse FNMA, atentando para os limites estabelecidos por ação e os valores de contrapartida estabelecidos na LDO 2010. Para saber os valores da contrapartida estabelecidos na LDO 2010, clique aqui. Clique em "Salvar". Na página seguinte, clique em "Finalizar seleção".
Na próxima página, preencha as caixas de texto justificativa, objeto do projeto, e capacidade técnica e gerencial da instituição proponente.
1. No campo justificativa, inclua um texto que responda às seguintes ponderações:
Por que executar o projeto?2. No campo "objeto do convênio", descreva o objetivo da proposta, que deve refletir a intenção de transformar a realidade e demonstrar o resultado que se pretende alcançar com sua execução. O objetivo deve ser claro e realista, além de ser passível de ser alcançado no período de execução (até 12 meses) e com os recursos disponíveis (até R$ 300.000,00).
3. No campo "capacidade técnica e gerencial", apresente a descrição da capacidade instalada de sua instituição, incluindo as seguintes informações: os recursos humanos devidamente qualificados, instalações, recursos materiais e financeiros necessários à fiel execução do objeto conveniado. Também no campo da capacidade técnica e gerencial, inclua uma lista nominal dos parceiros do projeto, levando em consideração os critérios de pontuação. Nesse campo também deve ser informado o interveniente público, no caso de proponentes que sejam instituições privadas sem fins lucrativos, cujos projetos tenham previsão de aquisição de bens de capital.
Declare, ainda, a atribuição estatutária da instituição proponente (no caso de instituições sem fins lucrativos) para atuar no tema meio ambiente.
11.06.2010
Em 09 e 10 de junho de 2010, na cidade de Itumbiara - GO, aconteceu a 5ª Reunião Ordinária do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba - CBH - Paranaíba e dentre as atividades desenvolvidas foi aprovado o lançamento do Concurso de Fotografias “Um Olhar sobre a Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba”.
O período de inscrição é de 15 de junho a 30 de outubro de 2010 e será aberto a todos os interessados maiores de 18 anos.
O Concurso é dividido em três temas: 1) Água; 2) Beleza Natural ou Cultural; e 3) Degradação Ambiental. O vencedor em cada tema receberá da Diretoria do CBH - Paranaíba um Diploma de Participação e a quantia de R$ 3.000,00 em dinheiro, oferecido por patrocinadores.
O edital do concurso (Edital nº9/2010) contendo o regulamento está disponível no site www.paranaiba.cbh.gov.br
11.06.2010

Foi realizada nos dias 09 e 10 de junho, no Palácio 12 de Outubro, em Itumbiara - GO, a 5ª Reunião Ordinária do CBH - Paranaíba, e contou com a presença expressiva de seus membros e convidados. A reunião tratou de diversos assuntos, dentre os quais podemos destacar a apresentação da Agência Municipal do Meio Ambiente de Itumbiara - AMMAI, realizada pelo senhor José Márcio Margonari; aprovação do Relatório Anual de Atividades do CBH - Paranaíba; eleição e posse dos novos membros da Diretoria, assim composta: Presidente: Paulo Sérgio Bretas de Almeida Salles, 1º Vice Presidente: Antônio Ismael Ballan, 2º Vice Presidente: Eliane Crisóstomo Dias Ribeiro, Secretário: Hamilton Marques Magalhães; aprovação de Deliberações sobre Arbitragem de Conflitos na Bacia do Paranaíba e Utilização da Logomarca do CBH - Paranaíba; lançamento do Edital de Fotografias (Edital nº 9/2010) “Um Olhar sobre a Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba; apresentação sobre a revisão do Plano Nacional de Recursos Hídricos, pelo senhor Franklin de Paula Júnior, representante do Ministério do Meio Ambiente; aprovação da realização de Reunião Extraordinária do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba, nos dias 02 e 03 de setembro de 2010, em Brasília - DF.
12.05.2010
Foi assinado, no dia 10 de maio, o contrato com a Empresa COBRAPE - Companhia Brasileira de Projetos e Empreendimento para a elaboração do Plano de Recursos Hídricos e enquadramento dos Corpos Hídricos Superficiais da Bacia do Rio Paranaíba, vencedora da Concorrência nº 004/ANA/2009. O Extrato do Contrato foi publicado no dia 12 de maio no Diário Oficial da União, Seção 3.
11.05.2010
A Diretora-Geral do Instituto Mineiro de Gestão das Águas - IGAM convoca os interessados em participar do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Araguari - mandato 2010/2013, para se cadastrarem, visando o preenchimento das vagas abaixo descritas:
1 - 9 vagas para órgãos e entidades do Poder Público Estadual;
2 - 9 vagas para o Poder Público Municipal;
3 - 9 vagas para organizações de usuários das águas da bacia;
4 - 9 vagas para entidades da sociedade civil, ligadas aos recursos hídricos ou meio ambiente, com
sede ou representação na Unidade de Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos (UPGRH).
10.05.2010
Nos dias 5 e 6 de maio de 2010, no auditório da OAB, 13ª Subseção, aconteceu a 10ª Reunião da Câmara Técnica de Planejamento Institucional do CBH-Paranaíba.
Dentre os itens discutidos na reunião, podemos destacar a Apresentação do “Programa Buritis”, pelo Sr. Leocádio Alves Pereira, do DMAE; foram realizadas as últimas adequações e finalizadas as propostas de Deliberação sobre a utilização da Logomarca do CBH-Paranaíba e sobre arbitragem de conflitos na Bacia do Paranaíba a serem apresentadas na próxima Reunião Ordinária do CBH Paranaíba. Foi finalizada a proposta de Edital para o lançamento de Concurso de Fotografias da Bacia do Paranaíba, que também será apresentada na próxima reunião. O Coordenador do GT Comitê, Sr. Andrei Mora, apresentou os resultados das reuniões com os Representantes Regionais da porção goiana da bacia e propôs uma adequação na composição deste GT, contemplando estas representações. Foi realizada a apresentação da proposta para a capacitação dos membros do CBH-Paranaíba, na manhã do dia 09 de junho, pelo Sr. Sylvio Andreozzi, coordenador do GT Capacitação;
04.05.2010
O Ministério do Meio Ambiente (MMA), por meio da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU), lança a chamada pública de Práticas Inovadoras em Revitalização de Bacias Hidrográficas, cujo objetivo é apoiar e difundir práticas sustentáveis de conservação e manejo de bacias hidrográficas, por meio da implementação de pequenas intervenções de cunho experimental e de baixo custo.
Pretende-se, com a iniciativa, selecionar, divulgar e incentivar práticas inovadoras em revitalização de bacias hidrográficas desenvolvidas em todo território brasileiro por municípios, organizações privadas, organizações não governamentais e institutos de pesquisa, que possuam resultados mensuráveis e positivos em conservação e manejo de bacias hidrográficas.
Assim, a partir da chamada pública, será possível constituir uma base de dados com experiências práticas, invadoras e eficientes, que contribuam para a revitalização de bacias hidrográficas e que servirão de modelo para outras regiões do território nacional. Como forma de enriquecimento da ação, propõe-se, por meio dessa Chamada Pública, conferir um certificado de reconhecimento de Práticas Inovadoras em Revitalização de Bacias Hidrográficas aos participantes que apresentarem as três experiências mais bem sucedidas e inovadoras em relação a soluções encontradas para revitalizar bacias hidrográficas em situação de vulnerabilidade e degradação ambiental.
As experiências relatadas deverão estar em execução e apresentar resultados mensuráveis nas seguintes áreas temáticas: educação ambiental; conservação e recuperação de solos, água e biodiversidade, e turismo e agricultura sustentável. A chamada pública é referenteao Programa de Revitalização de Bacias Hidrogrcas em Situação de Vulnerabilidade e Degradação Ambiental integrante do Planejamento Plurianual do Governo Federal (PPA 2008-2011) e da execução da ação - Disseminação de Boas Práticas de Manejo e Conservação de Bacias Hidrográficas (8412).
Poderão participar da chamada pública os municípios que compõem a República Federativa do Brasil, instiições públicas ou privadas de pesquisa e/ou tecnologia, organizações civis sem fins lucrtivos e organizações privadas.
O período de inscrições é de 4 a 18 de maio de 2010, por meio do preenchimento de formulário disponível no endereço eletrônico: http://www.cnrh.gov.br/chamada_drb. Os documentos e prazos para envio da(s) experiência(s) estão especificados no regulamento, igualmente disponibilizado no sítio indicado.
Dúvidas referentes às inscrições poderão ser dirimidas po meio dos telefones (61) 2028-2129 e (61) 2028-2044 ou pelo email drb@mma.gov.br
Fonte: ASCOM MMA
07.04.2010
Os usuários de água que irão contribuir com a cobrança pelo uso de recursos hídricos em Minas Gerais receberam, neste mês de março, os primeiros boletos. Inicialmente, a medida abrange cerca de 2.500 usuários das bacias dos rios das Velhas, na região Central do Estado; Araguari, no Triângulo Mineiro, e Piracicaba e Jaguari, no Sul de Minas. A decisão pela implementação da cobrança foi dos comitês das respectivas bacias, que têm entre seus conselheiros representantes de usuários de água, de instituições da sociedade civil e dos poderes públicos, municipal e estadual.
O gerente de Cobrança pelo Uso dos Recursos Hídricos do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Sérgio Leal, informa que se o valor anual da cobrança for igual ou superior a R$120,00, o montante poderá ser pago trimestralmente, em quatro parcelas iguais. Se o valor anual for inferior a R$120 e superior a R$ 30,00, o montante é cobrado em uma única parcela no primeiro trimestre. Caso o valor mínimo anual seja inferior a R$30,00, o boleto só será enviado no ano seguinte. A cobrança é feita por meio do Documento de Arrecadação Estadual (DAE) emitido pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) e o primeiro boleto poderá ser pago até o quinto dia útil do mês de abril.
Sérgio Leal alerta que o pagamento da parcela após o vencimento acarretará em incidência de multa, acrescidos de juros de mora. “Caso o usuário não pague o documento em 60 dias, poderá ter seu nome incluído no Cadastro Informativo de Inadimplência em relação à Administração Pública do Estado de Minas Gerais (CADIN-MG), além de ser inscrito em Dívida Ativa e estar sujeito ao processo de execução fiscal”, complementa o gerente.
Os usuários que não receberem o boleto ou necessitarem de 2ª via devem solicitar o número do documento (DAE) por meio do e-mail cobranca.agua@meioambiente.mg.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. , informando nome do empreendimento e número do CNPJ, no caso de pessoa jurídica, ou nome do usuário e número do CPF, no caso de pessoa física. Com o número, o usuário pode retirar o documento no sítio eletrônico da Fazenda.
Cobrança
A cobrança pelo uso dos recursos hídricos incide apenas sobre os usos outorgáveis, como captações de águas de rios, lagos e poços, em grandes quantidades, praticados, por exemplo, por empresas de saneamento, indústrias e irrigantes. “Os usos outorgáveis são aqueles considerados significantes, ou seja, as captações de águas superficiais acima de um litro de água por segundo e as captações de águas subterrâneas acima de 10 metros cúbicos por dia”, explica Sérgio Leal.
Na bacia do rio das Velhas, o preço unitário foi fixado em R$ 0,01 para captação, R$ 0,02 para consumo e R$ 0,07 para lançamento. “O Comitê estabeleceu um índice de cobrança reduzido para o setor agropecuário e para o setor da mineração por suas características peculiares”, informa Ana Cristina Silveira, diretora-geral da AGB Peixe Vivo, a agência de bacia que será responsável pela aplicação dos recursos arrecadados com a cobrança pelo uso da água na bacia do rio das Velhas. Na região, aproximadamente um mil usuários de água receberam o boleto e a previsão anual de arrecadação é de R$ 9 milhões por ano.
Na bacia do rio Araguari, aproximadamente 1,5 mil usuários receberam os boletos, o que resultará em uma arrecadação anual de quase R$ 5,5milhões. O preço unitário foi fixado em R$ 0,01 para captação de água superficial por metro cúbico, R$0,0115 para captação de água subterrânea, R$ 0,02 para consumo, R$0,015/ m3 para transposição de bacia e R$ 0,10 por quilograma de DBO (demanda bioquímica de oxigênio) para lançamento de efluente.
Na bacia dos rios Piracicaba e Jaguari, aproximadamente 20 usuários irão contribuir com cobrança. A previsão é de uma arrecadação anual em torno de R$ 120 mil. O preço unitário foi fixado em R$ 0,01 por metro cúbico para captação de água superficial, R$ 0,0115 para captação água subterrânea, R$ 0,02 para consumo, R$0,015 para transposição de bacia e R$ 0,10 por quilograma de DBO para lançamento de efluentes. De acordo com Sérgio Leal, o agente financeiro responsável pela análise, contratação e gerenciamento das operações financeiras a serem realizadas com os recursos arrecadados da Cobrança é o Banco do Brasil, como determina a Deliberação do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH), número 215, de 15 de dezembro de 2009. A Deliberação determina ainda que as Entidades Equiparadas a Agência de Bacia Hidrográfica dos respectivos comitês atuem como agentes técnicos. Elas terão a atribuição de analisar projetos, obras, programas e estudos que pretendam obter apoio financeiro dos recursos oriundos da cobrança pelo uso da água.
Fonte: Ascom Sisema
22.03.2010

Representantes do CBH-Paranaíba se reuniram com o Diretor de Desenvolvimento do Instituto de Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul (IMASUL), Roberto Ricardo Machado Gonçalves, no último dia 19/03 (sexta-feira) na sede do Instituto. O objetivo do encontro foi o de reforçar a parceria entre o Comitê e o Estado do Mato Grosso do Sul na gestão de Recursos Hídricos da Bacia do Rio Paranaíba. O Diretor do IMASUL afirmou que apoia as atividades do Comitê e que no momento está priorizando a instalação de Comitês estaduais e a implementação do Plano de Recursos Hídricos do Mato Grosso do Sul.
Estiveram presentes a reunião, o Secretário do CBH-Paranaíba Hamilton Marques Magalhães, os membros do Comitê, João Ricardo Raiser e Lorivaldo Antônio de Paula, e o representante da Superintendência de Apoio a Gestão de Recursos Hídricos da ANA, Ricardo Dinarte Sandi.
19.03.2010

Nos dias 18 e 19 de março de 2010, na sede do Instituto de Meio Ambiente do Mato Grosso do Sul - IMASUL, em Campo Grande - MS, aconteceu a 9ª Reunião da Câmara Técnica de Planejamento Institucional do CBH-Paranaíba.
Dentre os itens discutidos na reunião, podemos destacar a apresentação do Plano de Recursos Hídricos do Estado do Mato Grosso do Sul, pela Sra. Eliane Crisóstomo Ribeiro da SEMAC/IMASUL; a proposta de Deliberação sobre a arbitragem de conflitos na Bacia do Paranaíba, pelo Sr. Hamilton Marques Magalhães, secretário do CBH-Paranaíba; a apresentação da programação dos Encontros com Representantes Regionais do Paranaíba, que serão realizados nas cidades de Goiânia, Jataí, Rio Verde e Cristalina, no período de 12 a 15 de abril de 2010, pelo Sr. Andrei Mora, coordenador do GT Comitês; a apresentação de proposta para a capacitação dos membros do CBH-Paranaíba, na manhã do dia 09 de junho, pelo Sr. Sylvio Andreozzi, coordenador do GT Capacitação; a apresentação de proposta de Edital para o lançamento de Concurso de Fotografias da Bacia do Paranaíba, pela Sra. Elaine Farinelli, coordenadora do GT Logomarca e Fotografias.
As atividades foram encerradas ao meio-dia do dia 19 de março, com vários encaminhamentos para a 10ª Reunião da CTPI que será realizada nos dias 05 e 06 de maio de 2010, na cidade de Uberlândia - MG.
16.03.2010
A partir deste mês, o Distrito Federal contará com o Comitê da Bacia Hidrográfica do rio Paranoá, que atuará de forma tripartite com representantes do poder público, dos usuários de recursos hídricos e da sociedade civil.
Ontem pela manhã foi realizada, na Universidade dos Correios, em Brasília-DF, a reunião plenária para a escolha dos membros do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranoá, quando foram eleitos para um mandato de 4 anos, os 7 representantes da sociedade civil e os 9 representantes dos usuários de recursos hídricos. Além dos 16 membros eleitos, serão indicados 7 membros do Poder Público (sendo 1 indicado pela União e 6 pelo GDF) totalizando 23 membros.
O CBH-Paranoá tem como área de atuação as bacias dos rios Descoberto, Corumbá, Paranoá, São Bartolomeu e São Marcos, localizadas no território do Distrito Federal e que são os Afluentes distritais do Paranaíba.
No dia 17 de março de 2010, tomarão posse os 23 membros do CBH-Paranoá e será eleita a sua Diretoria. No dia 22 de março, dia da Água, tomará posse a nova Diretoria do CBH-Paranoá.
Dentre os membros do CBH-Paranoá, eleitos ontem, no ano de 2012, serão escolhidos os representantes do Distrito Federal que atuarão no CBH-Paranaíba, que é um Comitê de Integração.
Fonte: Secretaria Executiva do CBH-Paranaíba
01.03.2010
"Portal traz calendário das atividades relacionadas à data que este ano tem como tema “Água Limpa para um Mundo Saudável”.
Órgãos de governo e instituições do Sistema Nacional de Gerenciamento dos Recursos Hídricos (Singreh) podem cadastrar no site eventos que celebram o Dia Mundial da Água.
A Agência Nacional de Águas (ANA) lança hoje (01/03) o hotsite Águas de Março 2010 para divulgar as celebrações do Dia Mundial da Água, comemorado todos os anos em 22 de março. Está é a quarta edição do portal que divulga o calendário das atividades dedicadas ao Dia Mundial da Água em todo o Brasil.
Todos os anos, a ONU escolhe um tema que orienta as discussões sobre o dia Mundial da Água. Em 2010, o tema do Dia Mundial das Águas é “Água Limpa para um Mundo Saudável”.
O hotsite da ANA ficará no ar durante todo o mês de março e também reúne informações sobre recursos hídricos relacionadas ao tema determinado pela ONU. Órgãos de governo e instituições que fazem parte do Singreh (Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos) podem cadastrar seus eventos no site, basta clicar na opção Cadastro de Eventos, na página principal.
A ONU criou o Dia Mundial da Água em 1992 e a data vem sendo comemorada desde 1993, de acordo com as recomendações do capítulo 18 da Agenda 21, definida pela Conferência Nacional das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Pnuma). A agenda determina ações voltadas para a proteção dos recursos hídricos, da qualidade da água e dos ecossistemas aquáticos, abastecimento de água potável e saneamento, água e desenvolvimento urbano sustentável.
No Brasil, a adesão partiu do Congresso Nacional com a Lei nº 10.670, de 14 de maio de 2003, que instituiu o Dia Nacional da Água, também comemorado no dia 22 de março de cada ano.
Mais informações
Assessoria de Comunicação Social - ANA
Fones: (61) 2109-5129/5678/5103/5495
Fax: (61) 2109-5129
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12.02.2010
Barbara Bomfim
Trabalhar em parceria com as demais secretarias do Ministério do Meio Ambiente(MMA), levando em conta a importância do tema recursos hídricos e sua relação com os problemas ambientais, é uma prioridade de Silvano Silvério, que está oficialmente à frente da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano (SRHU) desde a última sexta-feira (5), data em que foi publicada sua nomeação no Diário Oficial da União (DOU).
Nesta sexta-feira (12/2), Silvério apresentou os desafios da secretaria formada pelas diretorias de Recursos Hídricos e de Ambiente Urbano e pelo Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas. Na conversa informal com os servidores, no auditório do Edifício Marie Prendi Cruz, em Brasília, o novo secretário disse que a SRHU, na gestão anterior, deixou um importante legado para o país no que diz respeito à Política Nacional de Meio Ambiente e que esse trabalho terá continuidade.
Em 2010, uma das grandes responsabilidades da secretaria será a de colocar em curso a revisão do Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNRH). Um calendário já foi estabelecido para que a revisão seja efetivada e um dos objetivos é incluir o tema da mudança climática na proposta de revisão. O PNRH define diretrizes para o uso racional da água e orienta políticas públicas que tenham interação com a gestão de Recursos Hídricos. Além disso, a secretaria tem como desafio a realização da Pré-Conferência das Águas, referendada pelo Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) e que deve reunir, em Brasília, cerca de seiscentas pessoas. O evento antecipará a Conferência Nacional das Águas, prevista para ocorrer em até dois anos.
No que se refere à Diretoria de Ambiente Urbano (DAU), o novo secretário destacou a iminente aprovação da lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). A proposta vai responsabilizar todos os geradores de resíduos sólidos e, nesse sentido, mudar toda uma cultura de coleta, destinação e reciclagem desses materiais no país. "Vamos conversar com lideranças políticas e com o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, para que a proposta seja aprovada ainda neste primeiro semestre", acrescentou Silvério.
O novo secretário destacou a importância do fortalecimento dos consórcios intermunicipais para melhor gestão de resíduos e convidou todos os presentes a prestigiar a solenidade de formalização de oito convênios apoiados financeiramente pelo MMA, marcado para o próximo dia 24 de fevereiro, com a presença do ministro Carlos Minc. A ideia, segundo Silvério, é viabilizar 21 consórcios até o final do ano. Para março, Silvério anunciou o lançamento do Programa de Compra de Resultados Futuros, que trata de investimentos para construção de aterros sanitários e para a realização de processos de reciclagem e cujo projeto piloto contará com recursos da ordem de R$ 10 milhões.
Já o Departamento de Revitalização de Bacias Hidrográficas, de acordo com o novo secretário, deve melhorar a coordenação das ações relativas ao Programa de Revitalização da Bacia do Rio São Francisco e Parnaíba, como as de controle da erosão, de esgotamento sanitário, de resíduos sólidos, de recuperação e preservação de mananciais e de monitoramento do desmatamento na região. Silvério também falou sobre a necessidade de potencializar o Programa Água Doce sobre a extração de água salobra na região do semiárido do Nordeste brasileiro, que conta com recursos previstos para 2010 e é muito importante sob o ponto de vista da sustentabilidade ambiental.
Mais informações do sítio do MMA.
01.02.2010
O município de Lagoa Santa, no Sul do Estado de Goiás, está inundado devido ao transbordamento do Rio Aporé, que subiu 8 metros em apenas seis horas. Bastaram três dias de chuva seguidos para que a água alagasse todo o centro da cidade, provocando muito prejuízo aos habitantes. Até agora 108 edificações foram invadidas pelo rio, incluindo dez hotéis e pousadas.
Segundo o tenente-coronel do Corpo de Bombeiros, Múcio Ferreira, a abertura das comportas da Usina Retiro Velho, na noite da última sexta-feira, pode ter sido decisiva para agravar a situação. A usina fica no Rio da Prata, que é um afluente do Rio Aporé e, devido às chuvas, precisou dar vazão à água que chegou ao limite da barragem. Os vertedouros foram fechados na manhã de ontem.
O Rio Aporé faz a divisa dos Estados de Goiás e Mato Grosso do Sul e a ponte que faz essa ligação foi arrastada pela correnteza. Em São João do Aporé (MS), o município vizinho, a água não fez estrago.
Todo ano, cerca de 3,5 mil turistas de hospedam na região nessa época do ano, o que corresponde ao triplo do número de habitantes do município. Com a inundação, os comerciantes estão preocupados.
A previsão meteorológica para os próximos dois dias é de mais chuvas e o Corpo de Bombeiros permanece no local para monitorar o nível do rio e dar apoio à população. Atualmente não há desabrigados. Segundo os bombeiros, todas as pessoas que precisam sair de suas casas se hospedaram em casas de amigos e familiares.
Fonte: Jornal O Popular
16.12.2009
Os senadores Marisa Serrano e João Pedro conferem os votos durante a sabatina
Foto: Rosana Hessel/Banco de Imagens ANA
Rosana Hessel
A Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado Federal aprovou hoje, durante a 45ª Reunião Ordinária, os três nomes indicados pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para compor a diretoria colegiada da Agência Nacional de Águas (ANA).
O presidente da Comissão de Meio Ambiente, senador Renato Casagrande (PSB-ES), deu início à assembléia por volta das 11h30 com a inclusão da extra pauta para a sabatina dos indicados
A mensagem presidencial indicou para os cargos de diretores da ANA o atual Secretário Nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente Vicente Andreu Guillo; o ouvidor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) Paulo Rodrigues Vieira, e o Superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA, João Gilberto Lotufo.
A votação foi iniciada às 12h14, e, após as perguntas dos senadores e as respostas dos candidatos, a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) e o senador João Pedro (PT-AM) contaram os votos na urna. Vicente Andreu foi aprovado por 14 votos. Paulo Rodrigues Vieira, por 12 votos. E, João Gilberto Lotufo, também foi aprovado por 14 votos. Após o término da votação, os nomes dos novos diretores serão enviados para Plenário. A expectativa é que a votação ocorra ainda hoje.
O diretor-presidente da ANA, José Machado, cujo mandato termina no próximo dia 20 depois de cinco anos no cargo, assistiu à sabatina assim como o diretor Benedito Braga. Após nove anos de casa, Braga tem seu mandato encerrado também nesta semana. Os diretores Paulo Lopes Varella e Dalvino Franca também prestigiaram a sabatina.
04.12.2009
O Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam) e a Associação Multissetorial de Usuários de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Araguari (ABHA) assinaram nesta quarta-feira (02/12), em Belo Horizonte, o Contrato de Gestão que define mecanismos para aplicação dos recursos da cobrança pelo uso da água na região. O contrato prevê um conjunto de metas a serem alcançadas pela ABHA, que atua como secretaria executiva do Comitê da Bacia Hidrográfica (CBH) do Rio Araguari, desde 2007, quando foi equiparada à agencia de bacia.
De acordo com o contrato, que tem vigência de três anos, a ABHA terá a obrigação de gerenciar os recursos gerados pela cobrança e será responsável por propor um plano de aplicação desses recursos, incluindo financiamento de investimentos não reembolsáveis, seguindo as diretrizes do Plano Diretor de Recursos Hídricos da Bacia.
“Com a assinatura do contrato de gestão e o início da cobrança pelo uso da água na bacia, a ABHA poderá exercer adequadamente as funções de uma agência de água, implantando os procedimentos administrativos e cumprindo com as metas e responsabilidades estabelecidas pelo Comitê”, garante a diretora-geral do Igam, Cleide Izabel Pedrosa de Melo.
Para o presidente do Conselho de Administração da ABHA, Leocádio Alves Pereira, o contrato representará um avanço no processo participativo da gestão das águas no Araguari. "A aplicação dos recursos da cobrança resultará na implantação de programas de conscientização ambiental, monitoramento das águas, análise das disponibilidades hídricas, servidão ambiental, produtor de água, sustentabilidade urbana e outros projetos deliberados pelo comitê", exemplifica.
Leocádio também afirma que a meta é de que a cobrança esteja implantada na região no primeiro trimestre de 2010. Ele explica que dos recursos arrecadados, 92,5% serão investidos nas ações estabelecidas pelo comitê e os outros 7,5% dos recursos serão destinados para o custeio e manutenção da ABHA.
A metodologia da cobrança pelo uso da água na bacia do Araguari foi aprovada pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH) em 19 de agosto de 2009. A diretora de Gestão de Recursos Hídricos do Igam, Luiza de Marillac Camargos, destaca que a implementação da cobrança na região foi uma iniciativa do Comitê. “A medida irá atingir apenas grandes usuários que têm outorga para captar água ou intervir em rios, como empresas de saneamento, indústrias e grandes empreendimentos agropecuários”, explica. Os usos destinados ao abastecimento de pequenos núcleos habitacionais no meio rural, captações e lançamentos considerados insignificantes estarão isentos.
Situada na mesorregião do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, onde estão os municípios de Uberlândia e Araxá, a bacia abrange um total de 20 municípios. Apresenta uma área de drenagem de 22.091 km², o que representa 3,41% do território do estado de Minas Gerais onde vivem aproximadamente um milhão de pessoas.
Fonte: Ascom/ Sisema
03.12.2009

Segundo o autor da logomarca vencedora, Alexandre Buiate, de Minas Gerais, para representar o CBH-Paranaíba e seus propósitos aos recursos hídricos de bacias hidrográficas afluentes do Rio Paranaíba criei uma logomarca que difere bastante das outras logomarcas do meio. Isso a torna única, diferente e à frente. Acima de tudo com conceito e identidade. Assim, uma marca forte.
As representações são:
INFINITO 8 - Símbolo que representa a falta de limite, a grandiosidade, a falta de fronteiras no tamanho, quantidade e extensão. Signo perfeito para representar a importância da bacia junto ao cenário nacional e internacional. A todos nós.
INICIAIS - Uma segunda representação para a marca foi feita para o nome. Destaquei a primeira inicial, o C de Comitê. A outra inicial, de maior importância, é o P, de Paranaíba.
LINHAS - As linhas azuis que envolvem a marca representam os afluentes do rio.
CORES - azul, verde e laranja - representam a água, as matas ciliares e o cerrado. Combinação que é fundamental para a preservação da bacia. No nome, a cor preta foi escolhida por significar seriedade. O preto também favorece muito a aplicabilidade da logomarca, principalmente quando muito pequena, ou sobre superfícies coloridas.
TÉCNICA - Outro ponto importante para o complemento da identidade é a técnica de design que escolhi. Aquarela é uma técnica de pintura onde os pigmentos da tinta se encontram dissolvidos em água.
TIPOGRAFIA - Escolhi uma fonte simples, a Helvética. Possui ótima legibilidade e uma família de vários estilos, o que favorece a identidade quando aplicada na comunicação.
02.12.2009

Buiate (à esq.) recebe cheque de R$ 5 mil
Foto: Raylton Alves / Banco de Imagens ANA
Raylton Alves
Nesta quarta-feira, 2 de dezembro, os membros do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba (CBH Paranaíba) escolheram a logomarca do colegiado entre três finalistas durante a 4ª reunião ordinária do CBH Paranaíba, na sede da Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília. Alexandre Buiate, de Uberlândia (MG), criador da logomarca, recebeu R$ 5 mil do Consórcio Empreendedor Corumbá III. Aproximadamente 200 propostas foram inscritas no concurso.
O trabalho de Buiate traz os conceitos de infinito e utiliza três cores: o azul simboliza o rio Paranaíba e seus afluentes, o verde representa as matas ciliares e o laranja remete ao Cerrado. Além disso, a logomarca traz consigo as iniciais “C” e “P”, que representam “Comitê do Paranaíba”.
Para a escolha da logomarca, o Comitê instituiu uma Comissão Julgadora composta de especialistas em comunicação visual, design gráfico e publicidade. O grupo selecionou três trabalhos, segundo os seguintes critérios: criatividade, originalidade, comunicação, aplicabilidade e relação com a conservação e à proteção de seus recursos hídricos.
02.12.2009

Durante a reunião será escolhida a logomarca do CBH Paranaíba
Foto: Raylton Alves / Banco de Imagens ANA
Raylton Alves
Entre 2 e 3 de dezembro, na sede da Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília, ocorre a 4ª Reunião Ordinária do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba (CBH Paranaíba). Durante o encontro, o colegiado tratará de vários assuntos, como: procedimentos para arbitrar conflitos na bacia do Paranaíba, o transporte hidroviário na bacia e o processo de instalação do CBH Paranoá. A partir das 18h também haverá a escolha da logomarca do Comitê pelos membros - três opções foram selecionadas por uma Comissão Julgadora composta de especialistas em comunicação gráfica, design gráfico e publicidade. O vencedor receberá um prêmio de R$ 5 mil.
Durante a abertura da reunião, Paulo Varella, diretor da ANA, falou sobre a importância das reuniões dos comitês, que, segundo o dirigente, são a aplicação prática do que prevê a Lei 9.433/97, a qual instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos. Além disso, Varella destacou o grau de desenvolvimento do CBH Paranaíba. “Já temos desafios e instrumentos para que possamos fazer um planejamento de grande ganho”, afirma.
Em seu discurso, o presidente do colegiado, Roberto Gonçalves Freire, destacou o apoio em gestão de recursos hídricos oferecido pela ANA e também elogiou a logística proporcionada pela Agência ao CBH Paranaíba.
A bacia do rio Paranaíba tem uma área tem mais de 220 mil quilômetros quadrados, conta com uma população de aproximadamente 8,5 milhões de habitantes e corta Goiás, Minas Gerais, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul. A poluição por esgotos domésticos sem tratamento, a insuficiência hídrica para o abastecimento de grandes centros urbanos e o uso exacerbado da água para a irrigação são os principais problemas da bacia do Paranaíba, cujo comitê foi instalado em 2008.
O CBH Paranaíba foi criado em 2002 por decreto presidencial com o objetivo de permitir uma gestão participativa e democrática da água. O Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) indicou, então, uma diretoria provisória para orientar o processo de instalação do colegiado. Este processo foi coordenado pela ANA, com o apoio das Unidades da Federação integrantes da bacia.
Em 2008, 38 membros do Comitê foram escolhidos mediante eleição para representar municípios, usuários de água e entidades civis de recursos hídricos com atuação na bacia do Paranaíba. Além deles, sete conselheiros foram indicados como representantes da União e das Unidades da Federação que integram a bacia. A sede do colegiado fica em Itumbiara (GO).
Cláudio di Mauro esclarece questões sobre o assunto e mostra que, na prática, faltam definições mais claras
Os serviços ambientais, especificamente os referentes aos recursos hídricos, foram tema da palestra do professor Cláudio di Mauro, ontem (11/11), no XI Encontro Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas, que acontece no Center Convention de Uberlândia, até o próximo dia 13.
Cláudio di Mauro é professor do Instituto de Geografia da Universidade Federal de Uberlândia. Ex-prefeito de Rio Claro-SP, e primeiro presidente do Comitê das Bacias Hidrográficas dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, é graduado em Geografia, mestre em Geografia Física, doutor em Ciências Humanas e membro do Grupo Técnico de Capacitação e do Grupo Técnico do Plano, do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba.
Segundo o professor, os serviços ambientais facilitam a vida, especialmente a humana e, por isso devem ser definidas formas de trabalhar com tais recursos de forma a preservá-los e conservá-los. "São os diversos componentes da natureza que são provedores gratuitos de diversos serviços", observa. No caso específico da água, ele cita como exemplos mais claros o abastecimento do bem para consumo e para irrigação de plantações e a regulação dos volumes hidrológicos que, pela falta ou pelo excesso, podem provocar desastres.
Na apresentação, o professor destacou o Projeto de Lei nº 5.547, que cria a Política Nacional e o Programa Federal de Pagamento por Serviços Ambientais, atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados. "Pela proposta, serviços ambientais são passíveis de receber retorno, financeiro ou não. Quem paga? Quem usa. Quem tem direito de receber? Quem melhora as condições do ecossistema.", explicou.
Ainda em relação ao pagamento, Cláudio Di Mauro, observa que existem várias aspectos a serem contemplados como a definição clara do que são e qual seu valor. Para ele, existem três divisões de serviços: os de aprovisionamento, que têm valor econômico e usam diretamente a água; os de suporte e regulação, responsáveis pela manutenção dos processos ecossistêmicos e das condições naturais e, por último, os serviços culturais, os quais estão associados a valores da manifestação humana e derivados da conservação dos recursos naturais.
Di Mauro ressalta que esse projeto de lei brasileiro foi inspirado no modelo adotado pela Costa Rica, no qual foi realizada a mesma divisão de serviços ambientais. Segundo ele, assim como no país da América Central, o Brasil precisará detalhar planos e programas de pagamento que observem componentes que, na natureza encontram-se completamente relacionados, como rios e vegetação. Nesse sentido, ele sugere a criação de formas de compensação que não se restringem à moeda. “É preciso definir uma forma de retribuição, monetária ou não, às atividades humanas de restabelecimento, recuperação, manutenção e melhoria dos ecossistemas que geram serviços ambientais”, completa.
Fonte: Secretaria-Executiva do CBH-Paranaíba
A Comissão Julgadora do Concurso da Logomarca do Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba, instituída pela Deliberação nº 11/2009, em reunião realizada nos dias 21 e 22 de outubro de 2009, na cidade de Goiânia-GO, avaliou todos os 189 trabalhos inscritos, dos quais foram selecionados os três finalistas, dos seguintes autores: Alexandre Buiate, de Uberlândia (MG); de Maurício Fontinele Alencar, de Parnamirim (RN) e de Moacir Alves da Rocha Júnior, de Goiânia (GO).
Foram considerados critérios como criatividade, originalidade, comunicação, aplicabilidade e relação com conservação dos recursos hídricos. No dia 2 de dezembro, os três trabalhos serão submetidos à reunião plenária do CBH-Paranaíba, no Auditório Flávio Terra Barth na sede da ANA, em Brasília, quando será eleita a logomarca oficial do Comitê. O vencedor receberá um prêmio de R$ 5 mil do Consórcio Empreendedor Corumbá III.
Fonte: Comissão Organizadora do Concurso da Logomarca do CBH-Paranaíba / Secretaria-Executiva do CBH-Paranaíba
Raylton Alves (04/11/2009).
Até a próxima sexta-feira, 6 de novembro, estarão abertas as inscrições para o Curso de Capacitação em Gestão de Recursos Hídricos. Apoiada financeiramente pela Agência Nacional de Águas (ANA), a capacitação ocorrerá em Jataí (GO) a partir de 13 de novembro na Secretaria do Meio Ambiente do município* e terá uma carga de 80 horas de aula. O curso e o material didático são gratuitos, mas as despesas de diárias e passagens correm por conta de cada participante ou de suas instituições. As aulas serão ministradas quinzenalmente às sextas-feiras, das 19h às 22h, e aos sábados, das 8h às 12h.
O curso é voltado para profissionais de nível superior que atuem em organizações não governamentais; nos comitês e pró-comitês de bacias hidrográficas do rio Paranaíba; profissionais de órgãos municipais, estaduais ou federais atuantes na área de recursos hídricos; e representantes de setores usuários das águas da bacia do rio Paranaíba.
Composto de professores da Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (Ifet-GO), o corpo docente - coordenado pelo professor Raimundo Rodrigues Gomes Filho - abordará seis disciplinas durante a capacitação. Os assuntos envolvem desde noções de Hidrologia e Hidrometria até o planejamento e a gestão estratégica da bacia hidrográfica.
O Curso de Capacitação em Gestão de Recursos Hídricos está no âmbito da Rede de Formação de Capacidades e Extensão Tecnológica para a Gestão da Água, que tem o objetivo de apoiar financeiramente a execução de cursos de capacitação e de difusão de conhecimentos e práticas de recursos hídricos, principalmente para servidores de prefeituras municipais, de agências de bacia, de organizações da sociedade civil atuantes na área de recursos hídricos e órgãos gestores estaduais cujas competências se relacionam com a gestão de tais recursos.
Nesse sentido, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Fundo Setorial de Recursos Hídricos (CT-Hidro) e a ANA conjuntamente publicaram o edital MCT/CNPq/CT-Hidro/ANA 048/2008.
Para mais informações, acesse: www.ana.gov.br/portalcapacita
*Avenida 31 de Maio, nº 1042 - Setor Epaminondas21.10.2009
Como presente para o aniversário de 100 anos de Itumbiara, a SANEAGO entregou dois importantes benefícios para a comunidade. Foram inaugurados o laboratório do Sistema de Abastecimento de Água e o Sistema Integrado de Prestação de Serviço e Atendimento ao Público - SIPSAP, que hoje já atende a região metropolitana de Goiânia e Anápolis agilizando o atendimento ao público. A SANEAGO e o Governo de Goiás investiram R$ 735 mil na obra e na implantação do novo sistema. Esses investimentos, apesar de importantes, são apenas uma centésima parte do que a SANEAGO, em parceria com o Governo do Estado de Goiás, Governo Federal e Prefeitura de Itumbiara estão realizando no município. A inauguração aconteceu no último dia 16 e contou com a presença do presidente da SANEAGO, o itumbiarense Nicomedes Domingos Borges, o prefeito Zé Gomes e o gerente regional da SANEAGO em Itumbiara Sr. Adalberto Silva e Sousa.
Itumbiara está prestes a se tornar privilegiada em termos de saneamento básico, não só em Goiás, mas dentre todas as cidades brasileiras. A cidade já conta com 100% de água tratada, distribuída com selo de qualidade internacional e caminha para contar com 100% de esgoto coletado e tratado, índice desfrutado por poucas cidades em todo o mundo. Os recursos da ordem de 74 milhões,tem origens em várias fontes, como Ministério das Cidades, via Caixa Econômica Federal, PAC do Saneamento e contrapartida da SANEAGO e Governo de Goiás.
Para cumprir a meta de universalizar o sistema de água e esgoto em Itumbiara até 2010, a SANEAGO está executando diversas frentes de obras simultâneas na cidade. Os investimentos compreendem ampliação da rede coletora, coletores tronco, interligações, interceptores, estação elevatória e ainda a ampliação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) para atender o aumento da demanda das novas redes coletoras nos bairros. Segundo a SANEAGO, 80% da população de Itumbiara é servida atualmente com o serviço de coleta e tratamento de esgoto. Atualmente, a ETE devolve o esgoto coletado e tratado ao Rio Paranaíba com 80% de pureza. Após a ampliação e construção das cinco lagoas de maturação, leitos de secagem e reatores anaeróbicos, esse índice vai subir para 92 a 95%.
Fonte: Folha de Notícias/DECOM

Foi inaugurada no último dia 08 de outubro de 2009, no prédio onde funcionava o Ministério Público, a Agência Municipal do Meio Ambiente de Itumbiara, (AMMAI) secretariada pelo Sr. José Márcio Margonari Borges, sendo um órgão vinculado à Prefeitura e pertencente ao Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), que tem como objetivo primordial a gestão compartilhada das políticas públicas ambientais, como licenciamento ambiental, monitoramento e fiscalização, educação ambiental e conscientização do uso sustentável dos recursos naturais. E vale ressaltar que é a segunda agência criada no estado, sendo que a primeira foi instalada na capital.
Para suprir o quadro de pessoal da nova agência, o prefeito José Gomes lançou Concurso Público para a efetivação de licenciadores e fiscalizadores ambientais da agência.
Naquela oportunidade, o prefeito José Gomes também deu posse aos novos membros do Conselho de Desenvolvimento Sustentável do Meio Ambiente (CONDEMAI), onde destacamos a presença do Sr. Joanaldo Teixeira Oliveira, membro titular e do Dr. Hamilton Marques Magalhães, membro suplente, ambos do CBH-Paranaíba.
A inauguração contou com a presença de várias autoridades do Estado, dentre elas, Dr. Ary Soares dos Santos, superintendente do IBAMA - GO.

Técnica de reutilização de materiais constrói casas mais baratas, seguras e ecologicamente corretas. Elas usam material que iria para o lixo, como pneus velhos.
De uns anos para cá, o mundo ganhou uma consciência ambiental nunca vista. Reciclar, reutilizar e reaproveitar são conceitos fundamentais, mas nem sempre é fácil. Esse é o tema da coluna de ciência e tecnologia do Bom Dia, "Você não sabia, mas já existe".
Nesta quarta-feira (30), a coluna trata do desperdício, ou melhor, como reaproveitar materiais e economizar. O repórter Márcio Gomes está em um canteiro de obras no Rio de Janeiro, para ambientar a reportagem gravada no interior de Goiás. Lá ele conheceu uma técnica de reulização de materiais na construção de casas, mais baratas, seguras e ecologicamente corretas. São casas que usam material que iria para o lixo, como pneus velhos.
Recauchutadora que se preza é assim. Parece um mar de borracha preta. Tem moto, trator e até avião. Em uma delas, 300 pneus são reformados por mês. Mas a grande diferença é que, quando o reaproveitamento é impossível, o destino do pneu não é o de costume.
“Esse tipo de material sempre vai para o lixão, e isso começou a me incomodar. Todo final de semana ia uma caminhoneta de pneu velho para o lixão", conta o empresário José Neto de Medeiros.
Assim, o Brasil construiu um desafio ambiental. O que fazer com os cerca de 40 milhões de pneus que são abandonados todo ano? Há experiências bem sucedidas, como a transformação da borracha em asfalto, mas ainda é pouco.
Por isso, o Bom Dia foi até Goiatuba, cidade a 170 quilômetros de Goiânia, para ver de perto um projeto que parece mentira.
"Aqui não se desperdiça nada”, diz José Neto. Realmente, para onde se olha, tem um pedacinho ou um pedação de borracha. José Neto mostra uma caixa d’água formada por seis pneus de colheitadeira que acumulam sete mil litros de água.
O trabalho começou em 2003, e agora ele crê que atingiu o máximo da possibilidade de reaproveitamento: a construção de casas.
Tudo começa na separação da borracha e do aço do pneu, partes importantes para montar o alicerce, o início de qualquer projeto.
Pneus de trator e de caminhonete foram fixados ao solo com uma estrutura de aço. Tiras de borracha foram enroladas, formando bobinas. Elas enchem toda a base, junto com treliças de ferro.
Que ninguém se assuste, mas para preencher os espaços vazios é usada uma mistura de cimento e lixo. Tem vidro, plástico, papelão e entulho de obra, que normalmente também termina nos lixões.
“O entulho de construção moído já tem areia, brita, cascalho e tem argamassa. Então, aqui foi desenvolvida a forma que funde ela de uma vez, acrescentando uma quantidade de cimento”, explica José Neto. “E onde está a economia? Em vez de você comprar areia, cascalho, brita, isso tudo, você já está utilizando do lixo que é jogado fora”.
Em uma betoneira, todo material vira uma massa ecologicamente correta, que é moldada em formas de metal. Pilares de mais de três metros de altura foram erguidos, vários alicerces montados.
Mas José Neto não queria apenas o alicerce ou mesmo algumas pilastras da casa feitas de lixo e pneu velho, ele queria mais. Por isso, ele decidiu construir, e está quase pronto, um hotel, todo feito de material reciclado. “O nome vai ser “Pneus Hotel: isso é ecologia”, aposta.
Serão 28 quartos. Tudo o que se vê é material reaproveitado. “Esse teto aqui foi um forro que eu fiz. Dentro do pneu, foi colocado sucata de isopor, garrafa PET. Para eu fazer o travamento, utilizamos corrente de moto”, conta.
Mas será que é realmente seguro um teto ser feito com material que ia ser jogado no lixo? “Com certeza é seguro, porque a corrente de moto tem uma resistência louca. E do jeito que foi feito o travamento entre um pneu e o outro, com a corrente e depois vindo a camada de concreto por cima, não tem como desabar”, ressalta José Neto.
Tanta confiança também tem um fundo científico. Desde maio, o laboratório da Pontifícia Universidade Católica de Goiás está avaliando o que foi criado em Goiatuba.
“As pessoas chegam aqui no seu laboratório e estranham materiais diferentes em uma construção. No início, a gente assusta um pouco, porque é um produto totalmente diferente, mas depois você vai estudando e vê que é viável utilizar esse material na construção civil”, afirma o pesquisador de materiais de construção José Dafico Alves.
Acompanhamos um teste da mistura ecológica, um pilar feito com mistura de lixo, entulho, pedaços de borracha. Em poderosas prensas, a peça precisa resistir como se estivesse em uma construção real. A pressão cresce rapidamente. Quando alcança quase sete toneladas, a resistência é comparável a do concreto tradicional. E tem com uma vantagem.
“A casa construída com esse material reciclado Fica mais barata pelos cálculos que já foi feito. Ela é 40% mais barata do que uma casa convencional", diz José Dafico Alves.
E pensar que um projeto como esse nasceu da cabeça de um homem que estudou até a 5ª série. Zé Neto não tem vergonha da origem humilde ou do pouco estudo. O que ele não perdoa é a desconfiança.
"Tem dia que, para falar a verdade, eu senti que eu ia bater o escanteio, correr para cabecear para tentar fazer o gol. A realidade é essa. Eu estava jogando sozinho", comenta o empresário. "Quando o nosso pessoal descobrir o valor que tem esse tipo de lixo, pode ter certeza que muitos vão querer ter a sua moradia em cima desse tipo de lixo. Lixo que eu falo entre aspas, porque pra mim virou um excelente negócio".
Em uma pequena laje de 80 metros quadrados, são utilizados até 600 pneus, com essa técnica de Goiatuba. Além disso, o empresário José Neto faz questão de frisar que todos os pneus que estão aguardando a hora de serem reutilizados, seja para a recauchutagem ou para a utilização na construção de casas, recebem um tratamento contra a dengue para evitar a proliferação do mosquito.
Já foram feitos testes de acústica e de calor. Eles ainda estão sendo avaliados, mas tudo indica que a casa também é muito confortável para quem vai morar nela. E isso é muito importante, porque a Construção Civil sempre teve a fama de gastar e desperdiçar muito material, energia, água e areia. Mas de alguns anos para cá, a isso mudou bastante.
“Foram tomadas três ações fundamentais para a redução do desperdício. Primeiro, a formação de mão de obra, através do serviço nacional de aprendizagem industrial em todo país, com foco principalmente nas mulheres que atuam na construção. Segundo, é a adoção da resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) para ordenar o recolhimento dos resíduos, principalmente os que vão ser reciclados. Terceiro, é a adoção de inovações tecnológicas visando reduzir a construção artesanal”, afirma o presidente da sindicato do Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon-RJ), Roberto Kaufman.
Ainda segundo o representante do Sinduscon, as mulheres são mais cuidadosas. “Em certos serviços, elas são fundamentais como limpeza, arremate e revestimento. Com isso, dão um foco muito melhor e ajudam na organização do próprio canteiro”, afirma.
Durante a reportagem, o repórter Márcio Gomes utilizou uma camisa feita de garrafa PET. Ela é toda moída e vira fibra para tecido. O sapato é feito de couro vegetal e de lona de caminhão
Fonte: Portal G1.
Um valor para a conservação - Os projetos de pagamento por serviços ambientais (PSA), que remuneram agricultores e proprietários de terras pela conservação de água e florestas, são vistos por especialistas como a grande promessa para a preservação de ecossistemas. A expectativa é de que a reunião do clima em Copenhague, em dezembro, avance na definição de um marco regulatório global para o mecanismo. Enquanto isso, no Brasil surgem projetos de lei para amparar a questão. Reportagem de Andrea Vialli e Afra Balazina, no O Estado de S.Paulo.
“O conceito de pagamento por serviços ambientais é inovador porque mostra que há benefícios econômicos diretos na preservação”, explica Fernando Veiga, gerente de serviços ambientais da ONG The Nature Conservancy (TNC). Em vários pontos do país, iniciativas apresentam resultados, ainda que incipientes - a maioria delas provê pagamentos a produtores rurais que conservam mananciais. Há também os primeiros projetos de sequestro de carbono, para recompensar agricultores que mantêm matas em suas propriedades.
O município de Extrema (MG), na divisa com São Paulo, é um dos que mais têm avançado na questão. Desde 2007, a cidade abriga o programa Produtor de Água, projeto da Agência Nacional de Águas (ANA) em parceria com várias instituições, como o Instituto Estadual de Florestas (IEF-MG), a TNC e o município. A água produzida nas bacias hidrográficas de Extrema compõe o sistema Cantareira, responsável por grande parte do abastecimento da capital paulista.
A prefeitura também aprovou lei municipal que remunera os agricultores com recursos do próprio caixa da cidade. Hoje 49 proprietários de terra no município recebem uma quantia que varia de R$ 75 a R$ 169 por hectare/ano por práticas de conservação do solo e manutenção de matas.
“A experiência de Extrema ajudou a criar um novo caminho, o do orçamento específico para PSA”, diz Veiga. Agora, a prefeitura quer expandir o projeto um passo adiante, remunerando também os donos de terras por sequestro de carbono.
Veiga prevê que o projeto deverá abranger 10 mil hectares e retirar 3,3 milhões de toneladas de CO2 da atmosfera, o que corresponde a 8,6% das emissões das indústrias do Estado de São Paulo em 2006. Os recursos obtidos com a venda de créditos de carbono no mercado voluntário devem ser destinados a um fundo municipal para garantir a remuneração dos produtores rurais a longo prazo.
O governo federal também está atento à questão e enviou para o Congresso, em junho, projeto de lei que cria o Programa Federal de Pagamento por Serviços Ambientais. A lei institui o Fundo Federal de Pagamento por Serviços Ambientais, com a finalidade de financiar as ações do programa. Além de doações, o fundo receberá recursos da participação especial sobre os lucros do petróleo.
Os Estados também se movimentam. Minas Gerais teve o projeto de lei nº 952/07, batizado de Bolsa Verde, aprovado em 2008 pela Assembleia Legislativa e que aguarda regulamentação. São Paulo tem pronta uma minuta de projeto sobre o PSA e o governo espera aprová-la na Assembleia até o início de 2010. A lei apresenta dois programas: o protetor das águas e o do verde (para conservar a diversidade biológica, proteger a paisagem e mitigar efeitos das mudanças climáticas com a recuperação e conservação florestal e o sequestro de carbono).
Para Tasso Azevedo, ex-diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro e consultor do Ministério do Meio Ambiente, o PSA será “o pulo do gato”. “Assim como se faz programa de transferência de renda para tirar a população da pobreza, tem de fazer um para manter a floresta em pé.” Para ele, “será um investimento em nós mesmos”, já que a água garante a segurança alimentar e a produção de energia, enquanto as florestas ajudam a manter o fornecimento da água. “O cerrado é a nossa caixa d”água e a Amazônia, o chuveiro”, compara.
Um dos exemplos mais bem-sucedidos de pagamento por serviços ambientais (PSA) vem de uma grande metrópole. Há 20 anos, o abastecimento de água de Nova York é garantido por produtores rurais que possuem propriedades a um raio de até 200 quilômetros de distância da cidade.
“Nova York é um grande exemplo. Para garantir o abastecimento humano, o governo fez acordos com os produtores rurais e passou a pagá-los para que adotassem práticas menos intensivas, reflorestassem a área ou construíssem sistemas para armazenar estrume para não contaminar a água”, conta Raul Telles do Valle, do Instituto Socioambiental (ISA). Segundo ele, os casos mais clássicos de PSA são justamente os de produção de água.
Valle defende o pagamento por serviços ambientais principalmente para pequenos produtores que, sem ajuda, não conseguiriam manter os serviços ambientais em suas terras.
Assim como em Nova York, a maior parte dos projetos de PSA que estão saindo do papel no Brasil é de conservação de água. No Espírito Santo foi criado o projeto Produtores de Água. O pagamento é feito com recursos de um fundo que inclui 3% dos royalties do petróleo e gás natural, 100% da compensação financeira do setor hidrelétrico destinado ao Estado e uma complementação do governo estadual.
O contrato com os produtores tem duração de três anos. O pagamento é feito a cada ano. Pedro Paulo Vilela, de 59 anos, tem uma das maiores áreas beneficiadas em Alfredo Chaves (ES) - um total de 44,6 hectares - e acaba de ser beneficiado com R$ 7.236. “Sempre preservei, dá pena derrubar. Já vi até onça ali.”
Sua propriedade tem, além de mata, café, banana, aipim e eucalipto. O dinheiro vai ajudar bastante, segundo ele. “Estou fazendo umas reformas e vou preservar ainda mais. Tomara que continuem com o projeto por mais do que três anos.”
Já Aloisio Sgulmaro, de 53 anos, foi um dos primeiros a se cadastrar no programa. Em março deste ano, ele recebeu R$ 3.995, referente a uma área de 22,26 hectares. “Meu terreno é cercado de água, tem nascentes e passa um rio. E 60% do total é mata”, afirma Sgulmaro. Ele afirma que usará o dinheiro recebido para tentar aumentar sua produtividade.
Segundo a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), o valor do pagamento por hectare depende da declividade do terreno e também do estágio de conservação da floresta, mas pode chegar a até R$ 930.
Na primeira bacia reconhecida pelo projeto, a do Rio Benevente, 13 proprietários de Alfredo Chaves estão recebendo pagamento anual de R$ 36.966,10 para uma área de 272,21 hectares - o que dá um valor médio de R$ 139,79 por hectare. Ao final do contrato de três anos, serão R$ 110.898,30 investidos em recuperação da floresta nativa. E outras 40 propriedades da região já foram vistoriadas e estão em análise para o cálculo do pagamento. A intenção do governo é expandir o projeto para o Estado todo.
Em São Paulo, também começam a aparecer os programas de PSA. “Quando começamos o projeto de recuperação das matas ciliares no Estado verificamos que as ações de comando e controle não são suficientes. Podemos até multar, mas se o produtor tem retorno negativo, não vai fazer a recuperação da área”, diz Helena Carrascosa, coordenadora de biodiversidade e recursos naturais da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SMA).
Ela conta que um projeto-piloto está em andamento em Nazaré Paulista e Joanópolis, na bacia do Rio Piracicaba. Os produtores estão em fase de assinatura de contrato e o monitoramento será feito pela Agência Nacional de Águas (ANA). Na primeira chamada houve 12 inscrições e sete propostas foram aprovadas. As demais não atenderam aos critérios exigidos. A segunda chamada receberá propostas até 4 de novembro. Os recursos para o pagamento virão do comitê de bacia da região.
Carrascosa esclarece que o produtor receberá para executar ações em três linhas. Na primeira, a área já possui floresta e ele vai monitorá-la e conservá-la (proteger de incêndios, por exemplo). Na segunda, vai restaurar florestas e matas ciliares que foram degradadas. E na terceira vai conservar o solo - por exemplo, ao fazer barragens para segurar a água da chuva.
O valor pago por hectare será de no máximo R$ 125 ao ano para as duas primeiras ações. A última terá valor máximo de R$ 75 por hectare ao ano. “Talvez o valor seja baixo. Mas podemos rever e aumentar ao longo do projeto”, afirma ela.
André Lima, coordenador de Políticas Públicas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), ressalta que o PSA precisa vir associado a um programa para melhorar a produção do agricultor e torná-la mais intensiva e sustentável.
O objetivo é que, em 10 ou 20 anos, ele não dependa mais do pagamento. “O PSA, se for bem-sucedido, é um programa com fim. Por isso, ele deve ser o complemento, e não o prato principal. É um adicional que deve funcionar como um vetor de incentivo para melhorar a produção em áreas já desmatadas”, afirma.
Lima também adverte que os programas de PSA só vão funcionar se houver “governança”, como sistemas de monitoramento para verificar se os serviços ambientais estão sendo prestados. “É preciso ter transparência e controle.”
No meio da floresta amazônica, o pagamento por serviços ambientais gera renda para famílias que se comprometem a não desmatar. No Amazonas, o exemplo mais concreto é a Bolsa Floresta. O projeto paga famílias e comunidades extrativistas que habitam 14 das 41 unidades de conservação (UC) localizadas no Estado. Os recursos são pagos pela Fundação Amazonas Sustentável (FAS), uma parceria entre o governo do Estado e empresas privadas, como Bradesco, Coca-Cola e Marriot, e que tem à frente o ex-governador Virgílio Viana.
“O desafio é histórico - valorizar os serviços ambientais providos pelas florestas amazônicas. E esse desafio alcança uma nova contemporaneidade por causa das mudanças climáticas”, diz Viana, que ressalta o fato de o projeto ser o primeiro no país a obter a certificação CCBA (Climate, Community and Biodiversity Alliance), de desmatamento evitado na Amazônia, conferido pela certificadora alemã TÜV-SÜD.
Na ponta do lápis, 6.144 famílias, cerca de 27,6 mil pessoas, recebem uma complementação de renda mensal de R$ 50. Além disso, as associações comunitárias das UCs incluídas no programa recebem por mês R$ 2,4 mil para fortalecer suas atividades.
O exemplo amazonense inspirou o governo federal, que estuda criar um tipo de Bolsa Floresta para beneficiar famílias, cooperativas e grupos que mantiverem a floresta amazônica em pé. A expectativa é de que o gasto fique em torno de R$ 400 milhões - cerca de 5% do que é aplicado por ano no programa Bolsa Família.
O próprio governo poderia revender os créditos de carbono referentes ao desmatamento evitado para reaver os recursos. “Apresentamos a ideia e o Ministério da Fazenda gostou do conceito”, disse Tasso Azevedo, consultor do Ministério do Meio Ambiente.
Após uma reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e governadores da Amazônia, o Brasil começou a rever sua posição sobre a inclusão do desmatamento evitado no mercado de carbono e já aceita negociar a Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação florestal (REDD) nos países em desenvolvimento como um mecanismo de compensação para o cumprimento das metas das nações desenvolvidas. A posição que o país levará em dezembro para a cúpula de Copenhague deve ser definida até outubro.
A posição atual do Brasil, defendida nas negociações preparatórias da ONU para Copenhague, é contrária ao REDD como mecanismo compensatório. Mas os Estados amazônicos acreditam que o mercado será estimulado se os créditos forem compensatórios.
EcoDebate, 28/09/2009
Da Redação, com informações da Agência Sebrae (24/09/2009).
| A marca Café do Cerrado voltou a ser propriedade do Caccer - Conselho de Associações de Cafeicultores e Cooperativas do Cerrado - que representa mais de 3,5 mil propriedades rurais de Minas Gerais. Há cerca de 15 anos, a entidade havia perdido os diretos de uso da marca na União Europeia para uma empresa distribuidora da Espanha, que registrou o nome. “Chegamos a embarcar café certificado e o produto foi recusado, pois estávamos impedidos de vender para a Europa sem a intermediação dessa distribuidora”, diz José Augusto Rizental, superintendente do Caccer. | ![]() |
A empresa que registrou o nome havia sido contratada pelo Caccer como revendedora, quando os cafeicultores da região começaram a exportar para os países da Europa. Depois de um ano e meio de negociações, o Caccer pagou 30 mil euros para obter o registro da marca. “Agora podemos fazer contratos de fornecimento do Café do Cerrado diretamente com os clientes, sem ter que passar por atravessadores”, explica Rizental.
O Café do Cerrado possui Indicação Geográfica, uma das mais importantes certificações para o mercado mundial. A região demarcada e registrada pelo Inpi - Instituto Nacional de Propriedade Intelectual - e pela Ompi - Organização Mundial de Propriedade Intelectual - inclui 55 municípios mineiros, que somam 155 mil hectares. O volume comercializado hoje, com selo de Indicação Geográfica, é de 100 mil a 120 mil sacas de café por ano. A produção segue para Europa, Japão e Estados Unidos.
O próximo desafio dos cafeicultores mineiros é conseguir a Denominação de Origem, que é a versão mais sofisticada das certificações, pois determina não apenas a região de origem de 100% da matéria-prima como também as características e a qualidade da produção.
Raylton Alves (22/09/2009).
Os servidores e colaboradores da ANA estão convidados a participar do seminário Agricultura Irrigada com Desenvolvimento Sustentável, que será transmitido ao vivo na Sala de Vidro nesta quinta-feira, 24 de setembro. O evento ocorrerá em Uberlândia (MG) e contará com a participação do diretor-presidente da Agência, José Machado, durante a abertura.
Na primeira mesa, intitulada de “A Irrigação no Brasil”, o coordenador de Articulação e Comunicação da ANA, Antônio Félix Domingues, dará uma palestra. Já o diretor-presidente fará uma apresentação a respeito do tema “Desafios na Gestão da Água e da Irrigação”. O outro tema que será debatido durante o seminário é o “Estágio Tecnológico da Irrigação”.
Secretaria Executiva do CBH-Paranaíba (29/07/2009).
A nova sede do CBH - Paranaíba, localizada à Rua Padre Félix, nº 140 no centro de Itumbiara, recebeu a visita de uma das mais importantes entidades da cidade, o Rotary Clube de Itumbiara.
A visita foi acompanhada pelo Presidente do COMMAI - Conselho Municipal do Meio Ambiente de Itumbiara - Sr. José Augusto, pelo Secretário do Meio Ambiente, Sr. José Márcio Margonari, pelo Gerente Regional da SANEAGO, Sr. Adalberto da Silva e Souza, pelo Governador do Rotary Itumbiara, Sr. Nelson Marra, pelo Presidente do Rotary Itumbiara, Sr. Edivânio Júnior, além da presença de muitos rotarianos.
Os visitantes foram informados das competências do CBH-Paranaíba e da importância do Comitê na gestão dos recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do rio Paranaíba e elogiaram as novas instalações da Sede do Comitê.
Osvaldo Ferreira Valente (07/07/2009, 13:58).
Nascentes são manifestações superficiais de água armazenada em reservatórios subterrâneos, conhecidos como aquíferos ou lençóis, e que dão origem a pequenos cursos d’água. Estes pequenos constituem os córregos que se ajuntam para formar riachos e ribeirões e que voltam a se juntar para formar os rios. É assim que surge tanto um pequeno ribeirão, quanto os rios Amazonas e São Francisco, e tantos outros.
Mas nem todas as manifestações superficiais dos lençóis subterrâneos chegam a formar cursos d’água, pois podem ficar simplesmente formando poças e constituindo as conhecidas fontes. Já os lençóis são abastecidos pela parte da água das chuvas que penetra no solo e desce pelo perfil do mesmo até encontrar uma camada impermeável (rochosa, por exemplo). Com a impossibilidade de continuar descendo, ela se acumula, preenchendo os poros, encharcando ou saturando o solo logo acima da referida camada impermeável. Esse volume de solo saturado constitui o lençol ou aquífero.
A conservação de nascentes é, portanto, uma tecnologia que precisa estar baseada em fundamentos hidrológicos. Sobre tais fundamentos, que variam com a variação dos ecossistemas, é que são estabelecidas as tecnologias de manejo. Toda a parte do ciclo hidrológico envolvida na conservação de nascentes ocorre numa área da superfície que se enquadra na definição de bacia hidrográfica. Pode ser pequena, uma simples grota, e aí está o segredo de tudo, pois a hidrologia de pequenas bacias tem peculiaridades que a difere daquela usada nos estudos de grandes rios, para construção de hidrelétricas, por exemplo.
Toda a parte do ciclo hidrológico envolvida na conservação de nascentes ocorre numa área da superfície que se enquadra na definição de bacia hidrográfica. Pode ser pequena, uma simples grota, e aí está o segredo de tudo, pois a hidrologia de pequenas bacias tem peculiaridades que a difere daquela usada nos estudos de grandes rios, para construção de hidrelétricas, por exemplo. E a grande dificuldade para salvar nossos cursos d’água está na falta desses especialistas, pois a construção de hidrelétricas, desde muito tempo, fez desenvolver a hidrologia de grandes bacias ou hidrologia de rios.
E apesar da recente legislação brasileira sobre recursos hídricos falar na bacia hidrográfica como unidade básica de planejamento e gestão de uso da água, a maioria de nossos hidrologistas continuam com seus olhos voltados para os rios. Falam na bacia, mas só agem nos rios. Falam em gestão da bacia, mas concentram suas atividades na gestão da água que já corre pelos rios.
Há, no assunto de conservação de nascentes, muitas verdades que são discutidas em artigos vários e em palestras, mas, também, muitos mitos que são insistentemente divulgados e que acabam se tornando perigosos para a boa compreensão dos sistemas envolvidos. Passaremos a listar alguns desses mitos e verdades, com explicações sucintas de cada um.
A princípio, toda a superfície da pequena bacia é responsável pela formação e manutenção da nascente. Mas só uma análise hidrológica é capaz de definir, nessa superfície, as áreas importantes para a recarga dos lençóis. Não há nenhuma razão científica e técnica para nomear, como regra geral válida para quaisquer situações, topos de morros, por exemplo, como sendo as áreas de recarga (combinaram com os lençóis que eles deverão estar distribuídos essencialmente abaixo dos topos?). Está ficando até irritante para os especialistas em hidrologia de formação e manutenção de nascentes verem uma bobagem como essa ser repetida até por pessoas que se dizem entendidas no assunto e que propagam esse grande mito.
É verdade que a mata ciliar é capaz de manter um ambiente favorável à manutenção da fauna e que também é um elemento importante para a biodiversidade. È verdade, até certo ponto, que ela é capaz de fazer uma barreira à chegada de poluentes aos cursos d’água . Até certo ponto, porque isso varia muito com a geomorfologia da área, com o tipo de solo e com a forma de exploração da encosta adjacente. Por outro lado, é um grande mito a propalada ação da mata ciliar no aumento das vazões de nascentes e cursos d’água (entendida como mata ciliar, é claro, aquela que forma uma faixa em torno das nascentes e dos cursos d’água e que está definida no Código Florestal).
Um corte do perfil do solo indica que na região da mata ciliar o lençol está a pequena profundidade, mesmo nas épocas de estiagens. E como muitos desses períodos de estiagens, em boa parte do país, ocorrem quando as temperaturas estão bem altas, refletindo bons níveis de energia no ambiente, há condições ideais para aumento das taxas de evapotranspiração, o que pode acarretar a perda de volumes expressivos de água que seriam destinados às vazões. Há, então, possibilidades hidrológicas de as matas ciliares, nessas circunstâncias, acabarem provocando a diminuição das vazões. Esse fenômeno é mais do que conhecido pelos especialistas em hidrologia de pequenas bacias hidrográficas.
Nas regiões montanhosas, encostas com declividades acentuadas, mas menores do 45o (fora da preservação permanente), exploradas de forma intensiva, com pastagens, por exemplo, são as áreas mais importantes para um trabalho efetivo de conservação de nascentes. Representam, em média, as maiores percentagens das superfícies das pequenas bacias e onde precisamos atuar para aumentar a infiltração de água e diminuir as enxurradas.
Aí estão algumas rápidas pinceladas sobre hidrologia e manejo de pequenas bacias hidrográficas, mostrando que conservação de nascentes não é assunto para amadores, não pode ser tratada com “receitas de bolo”, é muito mais do que práticas de conservação de solos para controle de erosão e bem mais complexa do que as visões generalistas. Isso é fundamental para garantir a manutenção de nossos cursos d’água, pois é nas nascentes que tudo começa.
Osvaldo Ferreira Valente é Engenheiro florestal, especialista em hidrologia e manejo de pequenas bacias hidrográficas e professor titular aposentado da Universidade Federal de Viçosa (UFV) E-mail: ovalente@tdnet.com.br
Washington Novaes (O Estado de S.Paulo - 24/06/2009).
Ao que parece, caminha-se, nas áreas de pesca e aquicultura, em algumas direções que merecem exames mais aprofundados e cautelosos das áreas acadêmica, ambiental e política. Porque o pressuposto, na última, parece ser um desejado aumento exponencial da produção de recursos pesqueiros a curto prazo - mas que pode ocorrer a preços questionáveis, como já se mencionou aqui em outros artigos.
No primeiro desses passos, caminha-se no Congresso para dar status de Ministério à atual Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca, com “exclusividade no tratamento de recursos pesqueiros” - retirando, portanto, atribuições ao já combalido Ministério do Meio Ambiente nas áreas de recursos hídricos e de águas marinhas. Segundo, porque o Conselho Nacional do Meio Ambiente aprovou resolução que pode ter seus motivos - como unificar os critérios de regras para a aquicultura, hoje a cargo dos Estados -, mas simplifica também as exigências para licenciamento, o que pode significar tolerância maior com ações poluidoras/predadoras. E tudo isso no momento em que não faltam advertências graves quanto à situação dos estoques pesqueiros no mundo e no Brasil, assim como questionamentos a respeito da sustentabilidade de projetos de aquicultura, com consumo de recursos superior à produção.
Continua-se, por aqui, a fazer de conta que não existem relatórios científicos, inclusive do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, mostrando que na quase totalidade dos projetos de piscicultura em áreas marítimas ou fluviais - seja usando alimentos naturais ou rações - o volume produzido é inferior ao consumo de recursos. Um dos exemplos está no premiado documentário Ovas de Ouro, que mostra essa insustentabilidade física da produção de salmões no mar, no Chile (com consumo de alimentos para os peixes maior que a produção), ao lado da grave poluição das águas.
No caso da pesca em oceanos, continua-se a ignorar estudos oficiais da Avaliação do Potencial Sustentável dos Recursos Vivos na Zona Econômica Exclusiva (Revizee), segundo os quais 80% dos recursos pesqueiros no Brasil estão sobre-explorados, com muitas espécies já próximas do colapso, como é o caso da lagosta. Recente relatório do Greenpeace também apontou numerosas razões para termos prudência numa das áreas mais delicadas, que é a da carcinicultura. Entre elas, a ocupação de áreas de proteção permanente (APAs) com a criação de camarões (no Ceará, por exemplo, são APAs 79,5% das áreas desses projetos); contaminação das águas; “privatização” de águas sem sequer pagar pelo uso; fechamento de áreas antes abertas a pescadores e populações tradicionais; exploração do trabalho humano; destruição de berçários naturais nos mangues; ameaças à saúde humana, com uso de metabissulfito de sódio, que libera óxido de enxofre.
Mas há outros ângulos. Na Amazônia, dizem outros documentos, 30% dos estoques pesqueiros já estão sobre-explorados, enquanto em 60% deles a exploração ainda é inferior a uma possibilidade sustentável. Outro noticiário recente (A Crítica, de Manaus, 21/5) mostra razões para prestar atenção à pesca regional, já que os estoques pesqueiros da Amazônia poderiam ser mais produtivos que a própria pecuária: 1,5 boi por hectare gera R$ 400 por ano; 4 mil quilos de tambaquis criados em tanques podem gerar R$ 8 mil por ano (ou 13 vezes mais produto e 20 vezes mais renda, mas sem avaliar a relação alimentos consumidos versus alimentos produzidos). Se a produção for em tanques de rede, pode chegar a 120 mil quilos por hectare/ano e gerar R$ 120 mil, ou 30 vezes mais que a pecuária, com uma produção 300 vezes maior. Hoje a pesca comercial na Amazônia produz 325,5 mil toneladas/ano, no valor de R$ 200 milhões, e gera 400 mil empregos, segundo depoimento do secretário especial de Pesca, Altemir Gregolin, à Comissão da Amazônia, Integração Nacional e Desenvolvimento Regional da Câmara dos Deputados, com dados do Plano Amazônia Sustentável de Aquicultura e Pesca, que será lançado em julho e prevê investimentos de R$ 1,75 bilhão.
A exigência de cuidados tanto na aquicultura como na pesca oceânica torna-se mais forte quando se vê estudo (Portal Meio Ambiente, 12/6) relatando que em três anos, com disciplina e restrições à pesca, a captura de sardinha no litoral brasileiro, que chegou a 230 mil toneladas anuais em 1973 e, com o excesso, caiu para 17 mil toneladas em 2003, chegou a 78 mil no ano passado e pode atingir 90 mil este ano.
De qualquer forma, o Brasil não está em boa posição quanto à sustentabilidade de suas práticas pesqueiras, segundo o Código de Conduta para a Pesca Responsável da ONU (Folha de S.Paulo, 10/2). Ocupa o 33º lugar, com média 0,6 (a Noruega, primeiro lugar, tem 3,1 em 5 possíveis).
Muitas razões têm levado a FAO a recomendar (16/2) que se reduza a pesca no mundo e se limite o acesso a camarões. Como recomenda que a indústria pesqueira estude a questão das mudanças climáticas, que já está mudando a distribuição geográfica das espécies marítimas e águas interiores e afetando as cadeias de alimentação. O estudo também relata a forte contribuição do transporte marítimo na pesca para as emissões de gases poluentes. A sobre-exploração pesqueira é inquietante, diz: 19% das espécies marítimas já estão nesse nível, ao lado de 8% esgotadas e 52% no limite máximo de exploração.
Ainda se poderiam acrescentar as questões do lixo no mar e do carreamento de nitrogênio da agricultura para águas marinhas (100 milhões de toneladas/ano). No Brasil, diz o professor Alexandre Terra (Estado, 5/6), a região da Baía da Guanabara, próxima à Baixada Fluminense, pode estar morta em 20 anos, exatamente pelo carreamento de fertilizantes e agrotóxicos, resíduos industriais e residenciais. E o quadro pode se repetir em Salvador, Vitória e Recife.
É preciso cuidado com os arroubos produtivos a qualquer preço.
Washington Novaes é jornalista. E-mail: wlrnovaes@uol.com.br
Denise Caputo (22/06/2009).
Interessados têm até o dia 31 de agosto próximo para participarem do Concurso Logomarca do CBH-Paranaíba. Uma comissão integrada por cinco especialistas em comunicação visual, design gráfico e publicidade irá selecionar até 15 de novembro os três trabalhos que melhor refletirem a finalidade e as competências do comitê. As três marcas finalistas serão submetidas à plenária do colegiado, em dezembro, para a escolha da logomarca oficial. O prêmio é de R$ 5 mil para o vencedor.
Para a escolha da logomarca, a comissão julgadora levará em conta os seguintes critérios: criatividade (inovação conceitual e técnica); originalidade (desvinculação de outras marcas existentes): comunicação (concisão e universalidade); aplicabilidade (em cores e em preto e branco, em variadas dimensões e sobre diferentes fundos), e relação com a conservação e a proteção de recursos hídricos.
Quem pode participar?
O concurso é aberto a todos os interessados, maiores de 18 anos, tais como: profissionais de publicidade e propaganda, designers, artistas gráficos e estudantes de áreas afins. Não podem participar do certame membros titulares e suplentes do CBH-Paranaíba, da organização e promoção do evento, da comissão julgadora, da Câmara Técnica e de Planejamento Institucional (CTPI) e parentes dos mesmos, até o 3º grau, em linha reta e colateral.
Sobre a inscrição
A ficha de inscrição está disponível ao final do regulamento (ver Edital nº 08/2009) e deverá ser preenchida, impressa e encaminhada junto com CD-R e seis exemplares impressos da logomarca.
Os trabalhos deverão, obrigatoriamente, ser enviados pelos Correios (carta registrada com
AR ou via Sedex) no período de 25 de maio a 31 de agosto de 2009, devendo constar no envelope: Concurso Logomarca do CBH-Paranaíba.
O endereço para o envio do material é: Sede CBH-Paranaíba, Avenida Itumbiara, n° 3 - Vila de Furnas - CEP 75.524-360, Itumbiara (GO). O telefone é: (64) 3433-0462.
Fonte: Secretaria-Executiva do CBH-Paranaíba (22/06/2009).
O Conselho de Recursos Hídricos do Distrito Federal - CRH-DF, em reunião realizada no último dia 26 de maio de 2009, iniciou o processo de instalação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranoá - CBH-Paranoá, com a nomeação da nova Diretoria Provisória, que tem a seguinte composição:
Gustavo Souto Maior (IBRAM): Presidente
Paulo Salles (UnB): Vice-Presidente
Paulo César Ávila e Silva (ADASA): Secretário
O Comitê do Paranoá tem entre suas atribuições algumas prioridades, dentre as quais podemos destacar a de construir uma agenda dos afluentes distritais da Bacia do Rio Paranaíba, cuja drenagem cobre cerca de 70% da área dessa Unidade da Federação.
Foram mais de 10 anos de muita luta e mobilização da sociedade do DF para que se iniciasse o processo de instalação do CBH-Paranoá, que deverá ser um exemplo de gestão descentralizada e participativa.
A instalação dos comitês de bacias afluentes do Paranaíba tem o apoio do CBH-Paranaíba, que é um Comitê de Integração e tem entre os seus objetivos, explicitado no inciso IV do art. 3º do seu Regimento Interno “apoiar a criação e promover a integração com instâncias regionais de gestão de recursos hídricos da bacia, tais como: os comitês de bacias de rios afluentes, os consórcios intermunicipais, as associações de usuários, organizações de ensino e pesquisa, organizações não governamentais e outras formas de organização.”.
Em breve a Diretoria Provisória divulgará uma agenda de atividades e de mobilização visando à discussão do Regimento Interno e a construção do processo eleitoral para a escolha dos representantes dos três segmentos (poder público, usuários de recursos hídricos e sociedade civil) que comporão o CBH-Paranoá.
Raylton Alves (22/06/2009)
Até 17 de julho, os interessados em participar do Curso de Aperfeiçoamento em Gestão de Recursos Hídricos poderão se inscrever na capacitação, que oferece 200 vagas. O curso é à distância e voltado para profissionais com nível superior completo e que trabalhem em órgãos públicos ligados à gestão de recursos hídricos, comitês de bacia, conselhos e comissões gestoras de recursos hídricos ou demais instituições relacionadas ao tema. O resultado da seleção e matrícula está previsto para ser divulgado entre 20 e 31 de julho, enquanto o início das aulas ocorre em agosto.
Com uma carga horária de 210 horas, o curso ocorrerá na modalidade à distância e contará com dois encontros presenciais. Por conta das características da capacitação, uma plataforma de estudos na internet será o meio de interação entre alunos e professores. Por isso, os materiais serão impressos pelos próprios alunos e a tutoria se dará por meios virtuais.
Os professores doutores Vladimir Caramori, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), e César Pompêo, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), coordenam a capacitação, que conta com o apoio da Agência Nacional de Águas (ANA), do Fundo Setorial de Recursos Hídricos (CT-Hidro), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
Informações
Para mais informações, entre em contato por meio do sítio www.ctec.ufal.br/posgraduacao/ppgrhs ou do e-mail grhufal@gmail.com.
Luana Lourenço*, da Agência Brasil (18/06/2009)
O ritmo de desmatamento do Cerrado poderá elevar de 39% para 47% o percentual devastado do bioma até 2050, de acordo com projeções do Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (Lapig) da Universidade Federal de Goiás. E a situação pode ser ainda pior, de acordo com o professor Nilson Clementino Ferreira, uma vez que as previsões consideram apenas o desmatamento absoluto. “Se for pensar em áreas degradadas, o número pode chegar a 70% ou 80%”, calcula.
A abertura de áreas para pastagens e agricultura e principalmente o avanço da cana-de-açúcar - impulsionado pela demanda de biocombustíveis - deverão ser os vilões do Cerrado, de acordo com o estudo apresentado hoje (18). A maior parte dos desmatamentos na região até agora, segundo o pesquisador, está próxima a áreas de pastagem e no chamado Arco do Desmatamento da Amazônia Legal, no cerrado mato-grossense.
A baixa produtividade da pecuária na região - que chega a destinar mais de um hectare para cada boi - e a situação fundiária “vergonhosa”, na avaliação de Ferreira, também contribuem para a previsão desanimadora para a área.
As lavouras de cana, que atualmente ocupam 31 mil quilômetros quadrados, devem chegar a uma área pelo menos quatro vezes maior até 2050, com 145 mil quilômetros quadrados plantados. “E a expansão deve seguir o eixo da rodovia BR-153, muitos municípios serão 100% ocupados pela cana”, prevê.
O zoneamento da cana - prometido pelo governo há anos, mas ainda não apresentado - não deverá ser suficiente para conter o avanço da produção sobre áreas remanescentes de vegetação nativa. “O governo anunciou que a cana vai ter que expandir sobre áreas degradadas mas não avisou isso aos usineiros. A cana vai onde a terra estiver preparada, geralmente em áreas de agricultura”, apontou. Com a chegada da cana, a tendência é que os produtores ocupem novas áreas “mais ao norte”, levando as fazendas para a Amazônia.
Segundo Ferreira, a destruição do Cerrado coloca em risco a disponibilidade de recursos hídricos para outros biomas, inclusive a Amazônia. “Não se pode dissociar os biomas. E há a falácia de achar que ocupar o Cerrado é proteger a Floresta Amazônica e o Pantanal, é uma falsa blindagem ecológica”, afirmou.
O estudo foi apresentado hoje durante fórum internacional, paralelo à programação cultural do 11° Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica).
* A repórter viajou a convite da organização do evento // Edição: Lílian Beraldo
Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/06/18/materia.2009-06-18.2745762258/view>Boris Valerio Verbisck, do Notícias MS (O Estado do Pantanal - 28/05/2009 - 10h20)
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba, (CBH Paranaíba) lançou, nesta semana, o edital do concurso de Logomarca que elegerá o símbolo oficial do Comitê. O período de inscrição vai de 25 de maio a 31 de agosto de 2009 e está aberto a todos os interessados maiores de 18 anos.
O vencedor do Concurso receberá da diretoria do CBH Paranaíba a quantia de R$ 5.000,00. O edital do concurso contendo o regulamento está disponível no site http://www.paranaiba.cbh.gov.br .
O CBH Paranaíba é um Comitê de rio de domínio da União, criado por meio de Decreto do Presidente da República, em 16 de julho de 2002 e entrou em funcionamento em 10 de junho de 2008. A sede do Comitê situa-se na cidade de Itumbiara, em Goiás.
O Comitê possui uma área de 222.767 km2, abrangendo os estados de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. A região é marcada por atividades econômicas bastante variadas, grande parte das quais dependem da água, como a irrigação e as agroindústrias. No Mato Grosso do Sul, fazem parte da Bacia os municípios de Aparecida do Taboado, Cassilândia, Chapadão do Sul e Paranaíba.
A Secretaria de Estado do Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac), a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e a Sociedade Educacional Vale do Aporé representam o Estado de Mato Grosso do Sul no CBH Paranaíba.
Siga as notícias do Portal Pantanal News no Twitter: www.twitter.com/PantanalNewsProf. Paulo Sérgio Bretas de Almeida Salles, representante da Universidade de Brasília - UnB (23/05/2009)
O 1º Vice-Presidente do CBH-Paranaíba, Prof. Paulo Sérgio Bretas de Almeida Salles, representante da Universidade de Brasília - UNB fez uma avaliação positiva da última reunião do CBH-Paranaíba, realizada nos dias 20 e 21 de maio de 2009, na cidade de Paranaíba-MS e que foi explicitada na mensagem abaixo, encaminhada aos membros do Comitê.
“Prezados amigos, é com satisfação que gostaria de comentar o sucesso da nossa 3a. reunião ordinária, realizada em Paranaíba - MS nesta semana que termina.
O que se viu em Paranaíba foi um grupo motivado, coeso, comprometido com a construção de um Comitê forte e ativo. Estamos crescendo em nossa capacidade de analisar criticamente propostas e situações e de demonstrar compreensão para ceder e conciliar, mantendo o debate sempre em alto nível.
As palestras foram muito interessantes para todos - vimos o estado do Mato Grosso do Sul avançar com seu Plano Estadual de Recursos Hídricos, e valorizamos o esforço do município de Paranaiba no sentido de revitalizar a nascente do Rio Santana.
Os relatos das atividades desenvolvidas pelos GTs demonstraram claramente o esforço despendido pelos colegas da CTPI. Está lançado o concurso para a escolha da nossa logomarca; os cursos de capacitação estão sendo preparados e são aguardados com grande expectativa; o Plano de Comunicação que ainda não está pronto e continua a receber sugestões de aperfeiçoamento; a definição das bases territoriais vai abrindo o caminho para a criação de novos CBH de afluentes.
Tomamos importantes decisões - a aprovação dos Termos de Referencia para a elaboração do nosso Plano de Recursos Hídricos garante que a ANA possa começar o processo de seleção de uma empresa para fazer o trabalho.
A palestra sobre o Produtor de Água, proferida por Devanir Garcia dos Santos (ANA), nos entusiasmou com a possibilidade de envolver toda a sociedade na implantação de modernos mecanismos de compensação por serviços ambientais.
É possível contar com a valiosa participação dos produtores rurais para recuperar a natureza e para garantir a continuidade do funcionamento dos processos ambientais, fundamentais para a sobrevivência de todos e de seus próprios negócios.
Agradecemos a todos os participantes e aos organizadores desse evento. Ao governo do MS e ao município de Paranaíba, pelo apoio recebido; ao DETRAN-MS e à SANEAGO, por garantirem o transporte de vários participantes; à ANA, pelo competente trabalho de apoio ao CBH; e à nossa 2a. Vice-Presidente, Sidinea, e outras pessoas que fizeram com que nos sentíssemos em casa.
Deixamos Paranaíba, certos de que nosso esforço está valendo a pena, cheios de boas idéias sobre o que fazer para transformar a bacia do Paranaíba em modelo de sustentabilidade. Agora, vamos ao Plano.
Valeu!!
Paulo Salles”
Fonte: Secretaria Executiva do CBH-Paranaíba (22/05/2009)
A cidade de Paranaíba em Mato Grosso do Sul foi sede, nos dias 20 e 21 de Maio de 2009, da 3ª Reunião Ordinária do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba. O encontro teve como pauta a deliberação de alguns tópicos importantes, como o lançamento do Concurso da logomarca do CBH - Paranaíba e a aprovação dos Termos de Referência para a elaboração do Plano de Recursos Hídricos e do enquadramento dos Corpos Hídricos Superficiais da bacia do Rio Paranaíba. A palestra sobre o Programa Produtor de Água, proferida por Devanir Garcia dos Santos (ANA), entusiasmou a todos com a possibilidade de envolver toda a sociedade na implantação de modernos mecanismos de compensação por serviços ambientais.
Na oportunidade, foi apresentado também o programa de cursos de capacitação que serão realizados na Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba pela Universidade de Brasília-UNB e pela Universidade Federal de Goiás - UFG. O evento, promovido pelo CBH Paranaíba, que é formado por representantes dos Estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, contou com a presença de grande número de membros do Comitê bem como de autoridades estaduais e municipais do Mato Grosso do Sul.
Fonte: Jornal Tribuna Livre Online (22/05/2009)
Paranaíba foi sede da 3ª Reunião do CBH - Paranaíba (Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba). O evento começou na tarde de quarta-feira (20), às 14 horas, no Hotel Sul, e seguiu durante a manhã de quinta-feira (21), no mesmo local.
Este evento contou com a presença de representantes das Secretarias de Meio Ambiente de Paranaíba e também dos municípios vizinhos como Aparecida do Taboado, Cassilândia e Chapadão do Sul. Compareceram ainda representantes da Sanesul, Agraer e Controle de Vetores.
Participaram também os membros da diretoria do Comitê: Roberto Gonçalves Freire, presidente; Paulo Sérgio Bretas de Almeida Salles, 1º Vice-Presidente; Sidinea Faria Gonçalves Silva, 2º Vice-Presidente; Hamilton Marques Magalhães, secretário executivo do Comitê e também secretário de Meio Ambiente do Estado de Goiás.
O prefeito de Paranaíba, José Garcia de Freitas (Zé Braquiara), a vice-prefeita, Leopoldina Gasperini (Dininha), e Roberto Ricardo Machado Gonçalves, do IMASUL (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), representando o secretário de Estado de Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia, Carlos Alberto Negreiros Said Menezes, também prestigiaram o evento.
A notícia completa você encontra na edição de hoje do jornal Tribuna Livre.
Talita Matsushita (Jornal Tribuna Livre Online - 21/05/2009)

Na tarde de ontem, teve início a 3ª Reunião do Comitê da Bacia Hidrográfica (CBH) do Rio Paranaíba. A reunião teve como pauta a leitura e aprovação da Ata da 2ª Reunião Ordinária do CBH - Paranaíba, em Uberlândia-MG; o lançamento do Concurso da logomarca do CBH - Paranaíba; apresentação para deliberação dos termos de referência para elaboração do Plano de Recursos Hídricos e do enquadramento dos corpos hídricos superficiais da bacia do rio Paranaíba e apresentação do programa Produtor de Água. Também foi apresentado o Plano Estadual de Recursos Hídricos do Estado de Mato Grosso do Sul e Projeto Água Cabeceira, que consiste na revitalização da nascente do rio Santana, coordenado pela secretária de Meio Ambiente de Paranaíba, Janete Brandão.
Estiveram presentes o prefeito de Paranaíba, José Garcia de Freitas (Zé Braquiara); o prefeito de Aparecida do Taboado, André Alves Ferreira; a vice-prefeita de Paranaíba, Leopoldina Gasperini; a secretária de Meio Ambiente de Paranaíba, Janete Brandão; o secretário do Comitê Federal do Rio Paranaíba, Hamilton Marques Magalhães; o presidente do Comitê da Bacia do Rio Paranaíba, Roberto Gonçalves Freire; o diretor do de Desenvolvimento do IMASUL (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), Roberto Machado Gonçalves; 2ª vice-presidente da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba, Sidinea Faria Gonçalves da Silva; a bióloga e titular do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba, Eliane Ribeiro e o presidente da Câmara de Vereadores Municipal, Jalmir Modesto.
Fonte: Jornal Tribuna Livre Online (21/05/2009)
O governo do Estado, por meio da Superintendência de Meio Ambiente da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, das Cidades, do Planejamento, da Ciência e Tecnologia (Semac), está participando da 3ª reunião ordinária do Comitê da Bacia Hidrográfica do rio Paranaíba - CBH-Paranaíba. A reunião encerra hoje (21) e está acontecendo no auditório do Hotel Sul, em Paranaíba.
Esta é a 3ª reunião ordinária do comitê e a primeira a ser realizada em Mato Grosso do Sul. Na abertura do evento foi apresentado às autoridades o “Plano Estadual de Recursos Hídricos do Estado do Mato Grosso do Sul”, que está sendo desenvolvimento em parceria entre governo federal, estadual e parceiros.
Também foi apresentado o projeto “Água Cabeceira - Revitalização da Nascente do Rio Santana”, desenvolvido pela prefeitura de Paranaíba. Também foi lançado o concurso da logomarca do CBH-Paranaíba (Edital nº 08/2009).
Durante a reunião foram discutidos os “Termos de Referência para elaboração do Plano de Recursos Hídricos e do Enquadramento dos Corpos Hídricos Superficiais da Bacia do Rio Paranaíba”, o “Programa Produtor de Água” e apresentado o Relatório Anual de Atividades do CBH-Paranaíba - Exercício 2008.
Na reunião foi apresentada a definição das bases territoriais (GO, DF e MS); o processo de instalação do CBH-Turvo e dos Bois e do CBH-Paranoá; a proposta de adequação do regimento interno do CBH-Meia Ponte e a apresentação do Plano de Comunicação do CBH-Paranaíba.
Também foram viabilizadas, durante a reunião, a oferta de cursos de capacitação em gestão de recursos hídricos e cursos de capacitação e difusão tecnológica para técnicos de nível superior e demais interessados que atuam na Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba”.
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba - CBH-Paranaíba foi criado por meio de Decreto do Presidente da República, em 16 de julho de 2002. Após intenso processo de mobilização, o Comitê entrou em funcionamento no dia 10 de junho de 2008, data da cerimônia de posse de seus integrantes: representantes do poder público, da sociedade civil organizada e dos usuários de recursos hídricos.
A bacia do Paranaíba tem uma área de 222.767Km2, abrangendo os estados de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal. A região é marcada por atividades econômicas bastante variadas, grande parte das quais dependem da água, como a irrigação e as agroindústrias.
Fonte: Secretaria Executiva do CBH-Paranaíba (19/05/2009)
Com enfoque na 3ª Reunião Ordinária do CBH-Paranaíba, a ser realizada nos dias 20 e 21 de maio de 2009, em Paranaíba - MS, foi realizado nos dias 07 e 08 de maio em Rio Quente, Goiás, a 5ª Reunião da Câmara Técnica de Planejamento Institucional - CTPI.
A reunião preparatória, considerada extremamente produtiva, contou com uma significativa participação dos membros do CTPI e apresentou novidades a serem deliberadas no próximo encontro, entre as quais: Implantação do Plano de Comunicação, os Termos de Referência do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Paranaíba e o Concurso da Logomarca do CBH-Paranaíba.
Denise Caputo (Boletim Água - dezembro/2008)
Marcada por intensa e variada atividade econômica, a bacia do rio Paranaíba abriga mais de 8 milhões de pessoas. Sua revitalização foi tema de encontro no dia 9/12 na Câmara Municipal de Uberlândia (MG), com representantes da ANA, do comitê de bacia, entre outros. A idéia é incluir o Paranaíba no “Programa de Revitalização de Bacias Hidrográficas com Vulnerabilidade Ambiental”.
Ainda no dia 9, teve início a 2ª Reunião Ordinária do comitê, quando foi eleito por aclamação o novo presidente do colegiado: Roberto Gonçalves Freire, secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Goiás.
Na ocasião, o diretor-presidente da ANA, José Machado, ressaltou a importância da atuação do comitê para a democratização da gestão dos recursos hídricos da bacia.
Raylton Alves - 04.11.2008
Em virtude da baixa vazão da bacia do ribeirão Pipiripau, a Agência Nacional de Águas (ANA) e a Agência Reguladora de Águas e Saneamento do Distrito Federal (Adasa) se reuniram com os usuários da bacia para definir novas regras para a captação da água da região. O encontro ocorreu no Distrito Federal, na própria bacia, em 31/10, quando ficou decidido que as novas regras vigoram de 1º a 15/11 (ao final da matéria, veja o mapa e a tabela dos usuários abrangidos pelas medidas). Caso o nível de chuvas continue insuficiente, este período pode se extender até que a situação de falta d’água seja regularizada.
Por isso, para garantir que haja água para todos os usuários da bacia do Pipiripau, a ANA e a Adasa decidiram juntamente com os usuários da água da bacia a fazer um rodízio da interrupção ou redução da captação de água - este processo é conhecido como alocação negociada da água (veja o documento resultante da negociação logo abaixo). Deste modo, evita-se que todos os usuários da água captem ao mesmo tempo e que o nível do manancial caia ainda mais.
As novas regras se justificam pela baixa vazão do ribeirão Pipiripau e do córrego Taquara. Em setembro de 2007, por exemplo, a vazão média do Pipiripau na estação próxima à BR-020 foi de 356 litros por segundo. Neste ano, no mesmo período, a vazão caiu para 248 litros por segundo. No córrego Taquara a situação foi semelhante, já que houve uma queda de 269 litros para 188 litros por segundo em setembro deste ano.
Gestão compartilhada
Tanto a ANA como a Adasa fiscalizarão se as novas regras de interrupção ou redução de captação estão sendo cumpridas pelos usuários da água do ribeirão e do córrego. As duas agências realizam uma gestão compartilhada da bacia do ribeirão Pipiripau desde 2004, já que este manancial é de domínio da União por cortar mais de uma unidade da Federação: no caso, Distrito Federal e Goiás. Já o córrego Taquara é de domínio distrital, pois se situa totalmente no DF.
:: Mapa de usuários e estações da bacia do Pipiripau
:: Tabela com as regras de captação
:: Documento especificando as regras de captação
Com o tema “Conservação e Uso Racional da Água”, a premiação teve mais de 270 concorrentes
Denise Caputo
O Prêmio ANA 2008 chega à reta final com 18 projetos concorrendo em seis categorias: governo, empresas, organizações não-governamentais, organismos de bacia, imprensa e academia. São iniciativas que buscam a excelência e a originalidade na conservação e no uso sustentável da água. Os finalistas são de oitos estados brasileiros: Bahia, Ceará, Goiás, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo (confira lista ao final do texto).
A premiação, promovida pela Agência Nacional de Águas (ANA) com o patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, contou com 273 inscritos de quase todos os estados do Brasil. Apenas Alagoas e Rondônia não tiveram concorrentes. No balanço geral, a categoria que contou com o maior número de inscrições foi imprensa (89), seguida de empresa (76), academia (43), governo (29), ONG (27) e organismos de bacia (8).
Seleção
A apreciação e a seleção dos projetos inscritos foram feitas por uma Comissão Julgadora, externa à Agência, formada por pessoas com notório conhecimento na área de recursos hídricos: José Tundisi, Paulo Canedo, Rosana Garjulli, Adalberto Marcondes e Rebecca Abers.
Para se chegar aos 18 finalistas, realizou-se um criterioso processo seletivo. Primeiro houve uma pré-avaliação, que qualificou 67 iniciativas. A partir disso, os julgadores escolheram os 30 pré-finalistas, que foram vistoriados, um a um, por servidores da área técnica da Agência. Com base nos projetos enviados e nas vistorias realizadas, 18 projetos - três de cada categoria - foram selecionados como finalistas pela Comissão Julgadora.
Em reunião no dia 1º de outubro, além dos finalistas, foram eleitos os vencedores de cada categoria, que somente serão revelados em 4 de dezembro, em solenidade no auditório da Caixa Cultural de Brasília. Eles serão homenageados com o Troféu Prêmio ANA, e os demais finalistas receberão um certificado e uma lembrança do Prêmio.
Mais informações sobre o Prêmio ANA 2008 estão disponíveis no hotsite www.ana.gov.br/premio, pelo e-mail premioana@ana.gov.br ou por meio do telefone (61) 2109-5412.
Finalistas
• Governo
- Projeto de Revitalização de Nascentes em Áreas Públicas Urbanas - Prefeitura Municipal de São José dos Campos - SP/SMA - São José dos Campos (SP)
- Campanha Permanente de Uso Racional da Água - Serviço Municipal e Autônomo de Água e Esgoto de São José do Rio Preto - São José do Rio Preto (SP)
- Um modelo de Gestão de Abastecimento de Água para Comunidades Rurais - Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos - SEMARH-RN - Natal (RN)
• Empresas
- Gestão Sustentável de Recursos Hídricos com ações no foco de Redução de Perdas de Água no Município de Salesópolis, cabeceira do rio Tietê, com ênfase na melhor exploração do manancial - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) - São Paulo (SP)
- Gestão de Recursos Hídricos na Jalles Machado - S/A - Jalles Machado S/A - Goianésia (GO)
- Desenvolvimento sustentável aplicando tecnologias de produção mais limpa - Roupas do Pólo Ltda - Camaçari (BA)
• ONGs
- De olho nos mananciais - Instituto Socioambiental (ISA) - São Paulo (SP)
- Programa de Revitalização Renaturalização e Preservação do rio dos Queimados de Concordia - Associação de Revitalização, Renaturalização e Preservação Queimados Vivos - Concórdia (SC)
- Projeto de Preservação das Águas Termais - Associação das Empresas Mineradoras das Águas Termais de Goiás (Amat) - Caldas Novas (GO)
• Organismos de bacia
- Preservação e Conservação do Manancial - Consórcio Intermunicipal Ribeirão Lajeado (CIRL) - Penápolis (SP)
- Rede de plataformas de coleta de dados para Monitoramento automático da qualidade da água do Rio Paraíba do Sul - Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Paraíba do Sul - Taubaté (SP)
- Projeto de Educação Ambiental Pingo D’água - Consórcio para Proteção Ambiental da Bacia do Rio Tibagi (Copati) - Londrina (PR)
• Imprensa
- Série de Reportagens de Rádio - Desafios e usos da Água - Rádio Eldorado - São Paulo (SP)
- Cuidar para não faltar - Revista Horizonte Geográfico - São Paulo (SP)
- Trilogia: Mares, Desertos e Chuvas do Sertão - O Povo - Fortaleza (CE)
• Academia
- Inovação no tratamento e reciclo de água em lavagem de veículos - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) - Porto Alegre (RS)
- Construção de uma linhagem bacteriana apta para biorremediação de efluentes contaminados por metais pesados - Universidade de São Paulo (USP) - São Paulo (SP)
- Tratamento para o aproveitamento de águas ácidas residuais da mineiração de carvão - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)/ Laboratório de Tecnologia Mineral e Ambiental - Porto Alegre (RS).
Desde quinta-feira, Itumbiara é a sede do Comitê do Rio Paranaíba (CBH-Paranaíba), que engloba 45% do território goiano. Idealizado em 1997 e criado em 2002, o comitê teve seu processo de instalação concluído este ano, após período de articulação e mobilização.
O comitê vai definir as políticas de recuperação e preservação da Bacia do Rio Paranaíba e ficará instalado em duas salas da Casa da Cultura. O colegiado também vai decidir como investir o dinheiro arrecadado para reduzir os níveis de poluição, programar medidas contra o desperdício ou resolver qualquer outro tipo de demanda mais urgente. A comissão é composta por 45 membros, representantes de órgãos públicos e entidades civis, que se reunirão duas vezes ao ano para planejar e desenvolver ações de preservação da região banhada pelo rio. Os membros cumprem mandato até 2010.
Para o presidente do comitê, Paulo Sérgio Bretas de Almeida Salles, a localização privilegiada e as características da região colaboraram para escolha da sede do comitê. “Visando garantia da água, o comitê funciona como um parlamento para as questões de conflitos e demandas da bacia hidrográfica”, explica.
Em seu discurso durante a solenidade de inauguração, o chefe de gabinete da ANA (Agência Nacional das Águas), Dr. Horácio Figueiredo, ressaltou os esforços de políticos e autoridades da região para transformar Itumbiara em “Capital do Rio Paranaíba”. “É nosso parlamento das águas. Construímos nosso plano de recursos hídricos para que nossa bacia se torne exemplo de preservação e sustentabilidade”, concluiu.
A bacia do Rio Paranaíba é a segunda maior dentro da Região Hidrográfica do Paraná passa por Goiás (65%), Minas Gerias (30%), Distrito Federal (3%) e Mato Grosso do Sul (2%) e abastece uma população de 8,5 milhões de habitantes em 193 municípios, além de alimentar a hidrelétrica de Itaipu.
A participação da energia hidráulica na matriz energética brasileira é de cerca de 42%. Atualmente, a bacia do Paranaíba gera mais de 7 mil MW nas 16 hidrelétricas instaladas no percurso, podendo chegar a quase 10 mil MW com futuras centrais hidrelétricas. No sudeste de Goiás, foram registrados, inclusive, crimes e atentados por conta da instalação de pivôs centrais para irrigação e de barramentos para desvios de rios. Mais informações: http://www.paranaiba.cbh.gov.br.
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| Dra. Cleide Izabel, Adalberto Souza, José Márcio, Maria Alice e Dr. Horácio Figueiredo, durante plantio de mudas de Pau-Brasil, Ipê e Baru | Dr. Horácio Figueiredo (ANA), Dra. Cleide Izabel (IGAM) e José Márcio Margonari (secretário Municipal do Meio Ambiente) |
Fonte: Folha de Notícias
Técnicos do Ministério do Meio Ambiente estão visitando municípios brasileiros com o objetivo de difundir as boas práticas no manejo de águas pluviais. Uma das principais fontes de vulnerabilidade urbana, a questão da drenagem tem preocupado especialistas devido à sua gestão inadequada, o que traz como conseqüências o comprometimento das fontes de abastecimento pela contaminação dos mananciais superficiais e subterrâneos, erosão e produção de sólidos, inundações urbanas e um ciclo de contaminação.
Segundo o diretor de Ambiente Urbano da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano, do MMA, Silvano Silvério, pela Lei do Saneamento (nº 11.445/2007), que define as diretrizes do saneamento básico, a gestão das águas pluviais é uma atribuição dos municípios. "Entretanto, essa gestão vem sendo feita de forma inadequada devido principalmente à fragmentação das responsabilidades, à falta de planejamento e à gestão por trechos e não por bacias".
A correta gestão das águas urbanas está intrinsecamente ligada ao uso correto do solo, que deveria se pautar pelos planos diretores. Entretanto, o que se constata na maioria das cidades é a proliferação de assentamentos informais e sem obediência aos planos diretores, a alta densidade de ocupação no espaço, a ocupação de áreas de risco e a urbanização sem infra-estrutura sustentável resultando em impacto sobre a própria população. Essa prática continuada leva, entre outras conseqüências, ao desaparecimento dos rios urbanos, pois a pressão e exploração do espaço pressionam para que os rios sejam cobertos ou desapareçam.
Para o diretor do MMA, as boas práticas no manejo das águas pluviais têm por base princípios modernos e sustentáveis que levam em consideração a preservação dos mecanismos naturais de escoamento na implementação urbana, a visão de gestão da bacia hidrográfica e o tratamento do esgoto sanitário e da qualidade das águas pluviais. "A gestão integrada, entendida como interdisciplinar e intersetorial dos componentes das águas urbanas, é uma condição necessária para que os resultados atendam as condições do desenvolvimento sustentável urbano", explica Silvério.
Silvério explica que para se promover a drenagem urbana sustentável é necessário um plano de saneamento ambiental, envolvendo questões da água, esgoto, resíduos e drenagem. Este plano terá de estar embasado em uma legislação que regule os recursos hídricos, o florestal e o meio ambiente como um todo. Deverá também estar integrada aos planos urbano, de transporte e de saúde e a uma gestão que envolva os três níveis de governo. "É necessária a capacitação de gestores, técnicos e da população; possuir uma instituição integrada de serviços; a gestão da avaliação e fiscalização de projetos, os serviços de manutenção e limpeza de resíduos, entre outras atribuições", explica Silvério. (Fonte: Suelene Gusmão/MMA)
Raylton Alves
Tanto antes como depois da posse dos membros do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba, que ocorreu nesta terça-feira, 10/06, em Goiânia, a imprensa e setores da sociedade civil têm divulgado informações acerca do colegiado.
Veículos nacionais e de unidades da Federação que compõem a bacia hidrográfica do rio Paranaíba (Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul) tratam principalmente da posse dos membros do Comitê, além dos desafios que provavelmente serão enfrentados pelo colegiado, o qual é composto de representantes do poder público, da sociedade civil organizada e dos setores usuários de água. A imprensa de estados de fora da bacia também informou sobre o Comitê.
José Machado concede entrevistas durante a cerimônia de posse do Comitê do Paranaíba
Mais informações sobre a bacia e o Comitê do Paranaíba podem ser obtidas por meio do sítio www.paranaiba.cbh.gov.br
Veja alguns dos veículos que divulgaram o Comitê do Paranaíba nos últimos dias.
:: Nacionais
:: Agência Brasil
:: Portal Terra
:: Distrito Federal
:: ComuniWeb (Jornal da Comunidade)
:: Goiás
:: Diário da Manhã Online
:: Goiás Agora
:: www.pautagoias.com
:: Folha de Notícias
:: Minas Gerais
:: Farol Comunitário
:: Mato Grosso do Sul
:: Notícias MS
:: Última Hora (MS)
:: Portal Agora MS
:: Cassilândia News
:: Última Hora News
:: Paraná
:: Tribuna News
:: Rio Grande do Sul
:: Portal Ambiente Já
Empossados ontem (10/6) em Goiânia (GO), os 45 representantes do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Paranaíba têm muito trabalho a fazer. Essa é a opinião do diretor-presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), José Machado. Criado em 2002, o colegiado entra em funcionamento agora, após amplo período de articulação e mobilização. Os membros do Comitê cumprem mandato até 2010.
Os estados de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal, são banhados pela bacia do Paranaíba - uma das formadoras do rio Paraná. Na bacia, marcada por intensa e variada atividade econômica, vivem mais de 8 milhões de pessoas. Geração de energia elétrica, monocultura de grãos, criação de gado, mineração, indústria e turismo são exemplos de atividades realizadas na região do rio Paranaíba.
Segundo Machado, a qualidade da água é uma questão que já começa a causar preocupação, exigindo empenho por parte do Comitê do Paranaíba na aplicação dos instrumentos de gestão previstos na Lei das Águas (Lei nº 9.433/97).
Integrado por representantes do poder público, da sociedade civil organizada e dos setores usuários, o Comitê do Paranaíba conta com 45 cadeiras de membros titulares, das quais 38 foram ocupadas por membros eleitos: sete representantes de municípios; 18 de setores usuários de água, e 13 de entidades civis de recursos hídricos com atuação na bacia. O preenchimento das outras sete vagas - pertencentes à União e aos estados - foi feito por indicação dos poderes públicos federal e estaduais. Para conferir os eleitos e indicados pelos poderes públicos, acesse www.paranaiba.cbh.gov.br.
Diretoria do Comitê
Após a solenidade de posse, houve a eleição da diretoria do Comitê. Confira abaixo o resultado:
:: Presidente: José de Paula Moraes Filho (Secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Estado de Goiás - Semarh)
:: 1º vice: Paulo Sérgio Bretas de Almeida Salles (Fundação Universidade de Brasília - UnB)
:: 2º vice: Sidineia Faria Gonçalves Silva (Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul - UEMS - Unidade de Paranaíba)
:: Secretário: Hamilton Marques Magalhães(Ordem dos Advogados do Brasil/MG - 13ª subseção - Uberlândia).
Rua Padre Félix, n. 140 - Centro
CEP 75.503-130 - Itumbiara - GO
Tel: (64) 3433-0499
E-mail: secretaria.paranaiba@cbh.gov.br